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domingo, 27 de novembro de 2011

Nós e os outros

Maxfield Parrish, The Lantern Bearers (1910).
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«In everyone's life, at some time, our inner fire goes out. It is then burst into flame by an encounter with another human being. We should all be thankful for those people who rekindle the inner spirit»
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Albert Schweitzer.
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Descobri esta frase no blogue The Dutchess e lembrei-me logo do texto de Laura Esquível sobre as «caixas de fósforos» no livro Como água para chocolate, que já citei aqui há um bom tempo.
Na verdade, também agradeço a todos aqueles que me vão aquecendo (e iluminando) o espírito, entre os quais certamente estão as pessoas da minha família, mas também os amigos - entre os quais contam-se aqueles que vou encontrando aqui na internet.
Neste período do Advento, que agora começa, já que este ano vai ser mais pobre em bens materiais, temos de valorizar os espirituais - e sobretudo a amizade e a solidariedade - por exemplo, como tem sido realizado nas campanhas do Banco Alimentar contra a Fome.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A caixa de fósforos

Pintura de Georges de La Tour , Le Nouveau-Né (Rennes, Musée des Beaux-Arts).
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A minha avó tinha uma teoria muito interessante, dizia que embora todos nasçamos com uma caixa de fósforos no nosso interior, não os podemos acender sozinhos, precisamos (...) de oxigénio e da ajuda de uma vela. Só que neste caso o oxigénio tem de vir, por exemplo, do hálito da pessoa amada; a vela pode ser qualquer tipo de alimento, música, carícia, palavra ou som que faça disparar o detonador e assim acender um dos fósforos (...). Cada pessoa tem de descobrir quais são os seus detonadores para poder viver, pois a combustão que se dá quando um deles se acende é que alimenta a alma de energia.
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Laura Esquível.