segunda-feira, 22 de julho de 2019

Passeio a Santa Maria

Vila do Porto (vista do hotel)

Na Marina...
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Ermida de Nossa Senhora da Conceição (Sécs. XIV-XV) e entrada do Forte de São Brás

Forte de São Brás

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 Ermida de São Pedro Gonçalves (Séc. XVI), ainda em Vila do Porto.
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Ermida de Nossa Senhora dos Anjos (1460-1474), no lugar dos Anjos, a Noroeste da ilha.

«Nela terão cumprido o voto de ouvir missa em Ação de Graças, em 19 de fevereiro de 1493 os marinheiros de Cristóvão Colombo no regresso da viagem de descobrimento da América» (Wikipédia)
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Barreiro da Faneca
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 Agência Espacial Europeia
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Calçada do Gigante

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Cascata do Aveiro

Baía da Maia

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Igreja de Santo Espírito (Sécs. XVI-XVIII)


Arredores de Santo Espírito
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 Baía de São Lourenço


Daqui se vêem as vinhas em socalcos e algumas casas. Achei graça ao facto que, segundo me contaram, os primeiros habitantes vindos para a ilha vieram do Alentejo e do Algarve, donde trouxeram esta arquitectura. Do Algarve vieram as chaminés altas e de forma cilíndrica; do Alentejo (não consegui fotografar) vieram as chaminés a que chamam de "mãos postas".
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Uma estrada com hortenses...

Vista do Pico Alto
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Dos restaurante onde fomos, os melhores (e que recomendo) foram o Espaço em CenaClube Naval e Central Club.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Passeio a Évora

Templo Romano (Séc. I)

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Ermida de São Brás (1480, alterada em 1573)


Segundo o texto que está junto da Ermida, este edifício assinala a introdução do tardo-gótico no Alentejo. A sua construção possui carácter robusto, destacando-se, nas fachadas laterais, os botaréus rematados por corochéus, bem como, na cimalha, os merlões chanfrados, e o friso de esgrafitos, ao gosto da época.

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Convento e Igreja de São Francisco (1480-1510)



Na entrada da Igreja, sob a galilé, achei interessante o pelicano, emblema de S. João II, e a esfera armilar, emblema de D. Manuel, bem como, em vários locais, os capitéis com encordoamentos.

 
Arco ogival no claustro.

Interior da Igreja.

No Baptistério está uma representação do Baptismo de Cristo, em cortiça, proveniente do antigo convento de Santa Mónica (Wikipédia).


Numa capela do lado esquerdo, está esta pintura com uma Adoração dos Pastores, que achei muito interessante, nomeadamente pelo Cordeiro no canto inferior esquerdo, que lembra os de Zurbarán e Josefa de Óbidos.

Capela da Ordem Terceira.


Entrada da Sala da Ordem Terceira de São Francisco, sobrepujada pelo respectivo símbolo.

Tecto da mesma sala (1776)
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E uma casa a que achei graça.

sábado, 13 de julho de 2019

Porque eu e o meu marido fazemos 19 anos de namoro :-)

Silva Porto, O Amor na Aldeia (1887, Museu Nacional Soares dos Reis)
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Aqui vai uma prenda virtual, para ele (Franziskaner Weissbier):

terça-feira, 9 de julho de 2019

Termos de Arte e de Arquitectura - Árvore de Jessé

António de Holanda (atribuído), Árvore de Jessé (1517-1551, Museu Nacional de Arte Antiga)
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«Tema iconográfico típico da arte medieval. Representa o patriarca Jessé (pai de David) que dorme e de cujo corpo sai uma árvore com ramos que sustêm imagens dos antepassados de Cristo e a Virgem com o Menino. Tal representação pode ser admirada na capela da catedral de Chartres (c. 1140) e numa coluna da catedral de Orvieto (primeiras décadas do século XIV)».
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In Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, pág. 42.
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Colcha (Séc. XVII, Museu Nacional do Traje e da Moda)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Da Fotografia em Portugal - Aníbal Sequeira

O Caminho da Vida (1984, Museu Francisco Tavares Proença Júnior)
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O Semeador (1984, Museu Francisco Tavares Proença Júnior)

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Uma frase

William Hogarth, The Laughing Audience (ou A Pleased Audience)
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«Convém sempre que nos esforcemos mais por ser interessantes do que por ser exactos; porque o espectador perdoa tudo menos a sonolência».
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Voltaire.
Citação retirada do livro Dicionário de Citações e Provérbios, de Luis Señor González, publicado pelo Correio da Manhã, em 2004, p. 16.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Do orientalismo oitocentista

Sala Árabe, Palácio da Pena (site Experitour.com)
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«Ao entrarmos nesta sala, somos convidados a observar o excepcional trabalho de "trompe l'oeil", representando o interior de um palácio árabe.
Mas que palácio será este? Olhando sobre as janelas desta dependência, aparece-nos tanto na primeira como na segunda, o nosso Palácio da Pena, quer pintado de nascente, quer de poente.
A resposta à questão levantada anteriormente está logicamente dada: o interior deste belo Palácio árabe é o Palácio da Pena.
Neste sentido se poderá entender um dos aspectos mais significativos do romântico: este imenso, infinito gosto pelo "exótico", pelo "orientalismo" e pelo "extravagante".
(...)
Em suma, o ambiente denso desta dependência evoca voluntariamente que o exotismo não é mais que a leve fuga duma moral inflexível do século XIX.
De igual modo, o orientalismo funciona, como escape saudável do imaginário de uma sociedade vitoriana.
(...)
Por outro lado o "dandy" da época, toma o gosto pelas viagens ao Egipto, norte de África e até Médio Oriente. Vários pintores viajavam por essas paragens e o "elegante" sente-se exuberantemente fascinado por novas civilizações que se lhe deparam. O próprio Rei visita Tânger em 1856.
(...)
Finalmente, o lustre e os apliques são de faiança branca - marfim, duma das melhores séries de Meissen. Este, é mais um exemplo, de como o gosto europeu se misturava com o orientalismo e o gosto islâmico, sem conflitos ou choques para a mentalidade da época».
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José Manuel Carneiro, «Caminhos do Romantismo», in Romantismo, Sintra nos Itinerários de um Movimento, Sintra, Instituto de Sintra, 1988, p. 82-83.
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Detalhes da pintura decorativa de Paulo Pizzi (pintura de 1854, site Lisboa.360º)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Termos de Arte e de Arquitectura - Árvore da Vida

Pacino di Buonaguida, Árvore da Vida (1305-1310, Galleria dell'Accademia, Florença)
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«Tema iconográfico muito difundido na arte medieval. É uma das formas com que é representada a cruz cristã: uma árvore rica de flores e folhas contendo imagens dos profetas, que lembra de modo simbólico o sacrifício feito por Cristo. Os primeiros exemplos conhecidos que representam tal tema, estão contidos em iluminuras do século XII, mas o período de maior difusão foi o século XIV. Em Itália, pode-se admirar a Árvore da Vida de Pacino de Buonaguida, conservada na Galleria dell'Academia de Florença».
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In Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, pág. 42.
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Castelo Branco, Colcha "Árvore da Vida" (Séc. XIX, Museu Francisco Tavares Proença Júnior)