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quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Sobre bicicletas (e longe de esgotar o tema)

Continuando um post de 2013, com duas repetições:
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Árpád Szenes, Le cycliste (1954)
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Passeio de bicicleta na Serra de Sintra. Família Real e Corte (1898, Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa)
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Prato (1897, Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra)
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Ciclista articulado (Museu da Guarda)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Árpád Szenes a pintar Vieira da Silva a pintar Árpad Szenes a pintar...

Pintura de Árpád Szenes, M. Helene (Marie Elene Viera da Silva). 

  
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Estas duas obras, muito parecidas foram pintadas por Árpád Szenes (1897-1985), um artista de origem húngara, que obteve nacionalidade francesa em 1956. Este pintor percorreu as capitais artísticas da Europa, mas fixou-se em Paris em 1925. «Em 1929, conheceu Maria Helena Vieira da Silva, na Academia da Grande Chaumière, com quem se casou em 1930. (...) A partir desta data, realizou inúmeros retratos da mulher. (...) Em 1939, deixou Paris devido à guerra. Depois de uma estada em Lisboa, partiu para o Brasil com Vieira da Silva em 1940, onde permaneceram até 1947. (...) A sua pintura tornou-se mais íntima e familiar, as dimensões reduziram-se». Tal como podemos ver nas pinturas reproduzidas, Árpád Szenes realizou «inúmeros retratos de Vieira da Silva, concentrada a pintar, dando início a um dos seus temas de eleição e que lhe serviram de pretexto para investigações plásticas e variações poéticas». Regressando à França em 1948, «os anos 60 foram anos de uma discreta “consagração”: aquisições de obras suas por museus franceses, exposições individuais em França e no estrangeiro, condecorações do Estado francês.  Foi um dos melhores representantes da Escola de Paris dos anos 40, apesar da discrição e modéstia que o caracterizaram».
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