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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Um retrato e uma frase de Columbano

Theo van Rysselberghe, Portrait of a Young Girl in Red (1887)
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Segundo Diogo de Macedo (Seara Nova, 1933), Columbano terá dito, um dia: 
«a gente se retrata em tudo o que faz! … Passamos a vida a confessar-nos … não acha?»
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Citado por Raquel Henriques da SILVA, 1998, «A “Verdade” do Retrato de Antero de Quental de Columbano Bordalo Pinheiro», in M. Valente ALVES (dir. e coord.), 1998, O Impulso Alegórico, Ordem dos Médicos/ Ministério da Cultura, p. 357.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Moinhos há muitos

Prato holandês (séc. XVII, Palácio Nacional da Pena)
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Rembrandt, The Mill on the Het Blauwhoofd (c.1650)
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Camille Corot, A Windmill at Montmartre (c.1845, Musée d'Art et d'Histoire, Geneva)
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Vincent van Gogh, Le Moulin de la Gallette (1887, Carnegie Museum of Art, Pittsburgh)
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Paul Gabriël, Mill on a lake (1860-1903, Rijksmuseum Amsterdam)
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Vladimir Makovsky, Summer (1896)
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Piet Mondrian, Mill of Heeswijk Sun
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Theo van Rysselberghe, The Mill at Kelf (1894)
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Franz Marc, The Enchanted Mill (1913, Art Institute of Chicago)
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Varela Pécurto, Sem parar (Souselas) (1954, Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea)