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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Um quadro inverosímil de Turner

Pintura de Joseph Mallord William Turner, The Lake, Petworth, Sunset (c. 1828, Tate Gallery, Londres).
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«(...) O poente avermelha as areias e acende na água um rastro de estrelas. (...) Como num quadro inverosímil de Turner as névoas esgarçadas embebem-se em reflexos vermelhos - cores delicadas de nácar, interiores de conchas, tons róseos bebidos pelas gotas de humidade. (...) Sinto que a tinta que envolve a paisagem morre a muito custo e que toda esta humidade se quer fartar de luz, transformando-se como numa mágica em explosões e cores desgrenhadas pelos ares e em cenários irreais na terra cheia de mistério, até que um único risco de oiro ao cimo da água, oscila, serpenteia e acaba por desaparecer num último arabesco...»
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Raul Brandão.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Se eu fosse pintor I

Pintura de Claude Monet, La Porte D'Amount, Etretat (1868-1869, Colecção Privada).
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Se eu fosse pintor, passava a minha vida a pintar o pôr do Sol à beira-mar. fazia cem telas, todas variadas, com tintas novas e imprevistas. É um espectáculo extraordinário.
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Raul Brandão.

quarta-feira, 18 de março de 2009

O mar

Fotografia de Margarida Elias, Litoral Alentejano.

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Basta pegar num velho búzio para se perceber distintamente a grande voz do mar. Criou-se com ele e guardou-a para sempre. - Eu também nunca mais a esqueci...
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Raul Brandão.