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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Vermelho Granada

Anel visigótico (Museu Nacional de Arqueologia)
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Colar (c. 1870)
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Oratório (Séc. XVII, Museu de Évora)
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Baú (Séc. XVIII, Paço dos Duques de Bragança)
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Walter Crane, Red House, Bexleyheath
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Gustave Courbet, Pomegranates (1871)
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Henri Matisse, Harmony in Red (1908)
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Felice Casorati, Girl on a Red Carpet (1912)
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Thomas Downing, Phased Red (1965)
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Isamu Noguchi, Red Cube (1968, Nova Iorque - fotografia de Michio Noguchi)
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Casa da Cerca, Flores e William Morris

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«Beauty, which is what is meant by art, using the word in its widest sense, is, I contend, no mere accident to human life, which people can take or leave as they choose, but a positive necessity of life».
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«No pattern should be without some sort of meaning.»
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 William Morris, Strawberry Thief (1883)
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 William Morris, Marigold (1875)

 William Morris, Acanthus (1875)

  William Morris, Willow Bough (1862)

William Morris, Daisy (1864)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sobre o (imenso) valor da Cultura

Paula Rego, Proles Wall (1984, CAM).
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De acordo com o texto do CAM (1910), este mural foi encomendado para a exposição comemorativa do conhecido romance de George Orwell, 1984 (1984, Camden Arts Centre, Londres). Adopta o termo «proles», usado pelo escritor britânico para designar a vasta classe desfavorecida a quem o Partido considerava «livre como os animais». O mesmo texto refere que a artista, pensando «no estado de analfabetismo que caracterizaria a classe miserável plasmou a sua vivência naquela que poderia ser a sua linguagem: o graffiti», parecendo «evocar não só as fábulas como também o universo não domesticado da Arte Bruta, em particular o sobre-povoamento e a restrição cromática característicos de algumas obras de Jean Dubuffet (1901-1985)». 
Gosto desta explicação, apesar de que, quando vi pela primeira vez este mural, me tenha lembrado sobretudo da banda desenhada - sendo ainda uma das obras de que mais gosto de Paula Rego.
A escolha desta pintura vem a propósito do facto de me sentir incomodada com a questão de se falar agora de acabar com a Fundação Paula Rego, entre várias razões porque me incomoda a falta de interesse pela cultura. Por isso deixo aqui quatro citações que me parece que têm a ver com a situação actual:

Sobre a criatividade: «The past is of no importance. The present is of no importance. It is with the future that we have to deal. For the past is what man should not have been. The present is what man ought not to be. The future is what artists are» - Oscar Wilde.
Contudo, porque gosto do passado, talvez prefira esta: «The past is not dead, it is living in us, and will be alive in the future which we are now helping to make» - William Morris.
Ou esta: «During the Second World War, Winston Churchill’s finance minister said Britain should cut arts funding to support the war effort. Churchill’s response: “Then what are we fighting for?”».
Ou, por fim, esta: «O orgulho dos que não podem construir é destruir» - Alexandre Dumas, «As Tumnbas de Saint-Denis», in Contos Espantosos, Diário de Notícias - Rosto Editora, 2011, p. 5.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Imagens e palavras

Iluminura do século XV (in Gallica).
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«It took me years to understand that words are often as important as experience, because words make experience last». 
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Simplicidade


Charles Courtney Curran, Lotus Lilies (1888, Terra Foundation for American Art).
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Isaac Levitan, Water Lillies (1895)
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«Simplicity of life, even the barest, is not a misery, but the very foundation of refinement; a sanded floor and whitewashed walls and the green trees, and flowery meads, and living waters outside; or a grimy palace amid the same with a regiment of housemaids always working to smear the dirt together so that it may be unnoticed; which, think you, is the most refined, the most fit for a gentleman of those two dwellings?» 

domingo, 17 de junho de 2012

Alpedrinha

José Serra da Mota, A serra (Alpedrinha) (1927, MNAC).
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Luciano Santos, Campos de Alpedrinha (1939, MNAC).
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 José Barata Moura, Pelourinho de Alpedrinha (1978, Museu Francisco Tavares Proença Júnior).
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Nunca fui a Alpedrinha, mas os meus antepassados eram de lá.
O meu avô, José de Campos Rodrigues, era filho de José Maria Campos, por sua vez filho de Joana Rita Pais (do Amaral), que nasceu em Alpedrinha, em 1841. O avô dela, José Pedro Paes do Amaral, era também dessa terra e era filho de Leonardo Paes do Amaral, nascido em 1730, em Fundões (Viseu), e que se estabeleceu em Alpedrinha porque casou com uma alpetrinense (informações transmitidas por Lídia Campos Rodrigues).
Gosto muito de conhecer os meus antepassados e talvez um dia visite Alpedrinha. Para já ficam as pinturas que encontrei no Matriznet e uma citação que vem a propósito:

«The past is not dead, it is living in us, and will be alive in the future which we are now helping to make.» 
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sábado, 9 de junho de 2012

Flores

 William Herbert Allen, Portrait of a Girl amongst Lilies
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Lilla Cabot Perry, Cherry blossoms (1911).
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Elisabeth Sonrel, Our Lady of the Cow Parsley (de Old Paint).
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«I know a little garden close
Set thick with lily and red rose,
Where I would wander if I might
From dewy dawn to dewy night.
And have one with me wandering.»
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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Para o Dia da Liberdade

Martin Jarrie, um dos retratos de flores da obra Hyacinthe et Rose, Ed. Thierry Magnier, 2010. Imagem tirada daqui.
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«I do not want art for a few any more than education for a few, or freedom for a few.»
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sobre a Paz

Walter Leistikow, Waldsee in Winter (1892, State Museum, Berlin).
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«One man with an idea in his head is in danger of being considered a madman: two men with the same idea in common may be foolish, but can hardly be mad; ten men sharing an idea begin to act, a hundred draw attention as fanatics, a thousand and society begins to tremble, a hundred thousand and there is war abroad, and the cause has victories tangible and real; and why only a hundred thousand? Why not a hundred million and peace upon the earth? You and I who agree together, it is we who have to answer that question.»
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brincando às casinhas...

Childrens Prints - Our Dollies (c. 1880).
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«Have nothing in your house that you do not know to be useful, or believe to be beautiful
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terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de março de 2009

This land is a little land

Papel de parede de William Morris, Daysy Wallpaper (1864).
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"This land is a little land; too much shut up within the narrow seas, as it seems, to have much space for swelling into hugeness: there are no great wastes overwhelming in their dreariness, no great solitudes of forests, no terrible untrodden mountain-walls: all is measured, mingled, varied, gliding easily one thing into another: little rivers, little plains, swelling, speedily- changing uplands, all beset with handsome orderly trees; little hills, little mountains, netted over with the walls of sheep- walks: all is little; yet not foolish and blank, but serious rather, and abundant of meaning for such as choose to seek it: it is neither prison nor palace, but a decent home."
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William Morris (1882).

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Woodpecker

Tapeçaria de William Morris, Woodpecker (1885, William Morris Gallery, Walthamstow).
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O movimento Arts and Crafts foi criado por William Morris por volta de 1860. Este artista, que iniciou a sua actividade como pintor, ligado ao grupo Pré-rafaelita, interessou-se pela «arte utilitária», nomeadamente pela arquitectura doméstica e decoração de interiores. Foi também escritor e publicista, tornando-se progressivamente num «educador do gosto». A sua influência espalhou-se pela Europa e pela América, tendo sido importante para o advento da Arte Nova.
William Morris formou, em 1861, um agrupamento de artistas que pretendia ser um «grupo operativo dinâmico» com um «programa de produções»: uma empresa que pudesse, a longo prazo, competir com a indústria tanto no plano da qualidade como dos preços. Foi a Morris, Marshall, Faulker & C., especializada no equipamento e nas decorações. A empresa foi dissolvida em 1874, mas abriu pouco depois, reformada e somente ligada a Morris, o qual se rodeou dessa vez de colaboradores mais especializados. O sucesso das suas ideias levou a que, em pouco tempo, se fundassem outras sociedades e organizações com objectivos similares que contribuíram para a revalorização das artes decorativas, as quais são genericamente incluídas no termo Arts and Crafts Movement.
A obra de Morris foi bastante influenciada pelo pensamento de Ruskin. Nascera num enquadramento social e artístico específico, caracterizado pela pouca preocupação com a qualidade das peças produzidas industrialmente, num esquema produtivo em que se desvalorizava o papel criativo. Morris desejava uma sociedade melhor, onde as máquinas não se sobrepusessem ao homem, sendo a sua utilização reduzida e restringida ao estritamente necessário para facilitar a execução dos produtos. Morris defendia o trabalho artesanal e as artes populares. Era a sua intenção que deixasse de haver uma distinção entre artistas e operários, passando ambos a colaborar activamente na realização dos objectos, num espírito idêntico ao das guildas medievais. Conforme as suas palavras: «o artesão (...) deve reencontrar-se com o artista e trabalhar lado a lado com ele».
Morris era «um apóstolo da simplicidade». De acordo com as suas ideias «a arquitectura e o mobiliário deviam ser desenhados em harmonia com a natureza dos materiais e processos de trabalho usados; a decoração das superfícies devia ser plana, nunca ilusiva». A forma dos objectos devia acompanhar a qualidade na execução, sendo a decoração correspondente à «expressão do prazer do homem no trabalho bem feito».
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Texto de Margarida Elias.
Bibliografia abreviada:
Giulio Carlo Argan, 1998; Gabriele Fahr-Becker, 2000; William Hardy, 1996; H. W. Jansen, 1992; William Morris, ed. 2003; Michel Thomas, 1985.