Frank Stella, Labyrinth (1960)
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«Eu sei de um labirinto grego que é uma linha única, recta. Nessa linha têm-se perdido tantos filósofos que bem pode perder-se também um pobre detective.»
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Borges, Artifícios, in Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, p. 306.
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«- E não te lembras também daquela do “círculo infinito cujo centro está em todo o lado e cujo perímetro é tão grande que parece uma linha recta”?»
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In Matilde Asensi, op. cit., p. 306.
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E, já agora, os dois labirintos de Conímbriga, que revi este ano:
Mosaico do Minotauro no Labirinto de Creta (séc. II, Museu Monográfico de Conímbriga)
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Mosaico do Minotauro (3.º quartel do séc. III, Casa dos Repuxos, Museu Monográfico de Conímbriga)
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E, já agora, os dois labirintos de Conímbriga, que revi este ano:
Mosaico do Minotauro no Labirinto de Creta (séc. II, Museu Monográfico de Conímbriga)
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Mosaico do Minotauro (3.º quartel do séc. III, Casa dos Repuxos, Museu Monográfico de Conímbriga)



