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sexta-feira, 8 de março de 2024

Para o Dia da Mulher

Josefa de Óbidos, Natureza Morta com Doces e Barros (1676, Biblioteca Municipal Braamcamp Freire, Santarém)
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Aurélia de Sousa, Autorretrato (c. 1900, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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Raquel Roque Gameiro, Teatro de fantoches na praia (1925, Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde)
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Sarah Afonso, As Meninas (1928)
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Maria Helena Vieira da Silva , Échec et mat (1949-1950, Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa - Fot. Pedro Ribeiro)
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Mily Possoz, sem título (1930, Centro de Arte Moderna - Gulbenkian, Lisboa)
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Maria Keil, O mar (1958-1959, Av. Infante Santo, Lisboa)
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Rosa Ramalho, Cabra aculturada (1965, © Museu de Olaria, Pedro Cunha, 2007)
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Helena Almeida, Pintura habitada (1975)
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Paula Rego, O Tempo – Passado e Presente (1990, Centro de Arte Moderna - Gulbenkian, Lisboa)
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Joana Vasconcelos, Bolo de Noiva (2023,Waddesdon, The Rothschild Collection)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

sexta-feira, 18 de março de 2022

Itinerários - Columbano e Lisboa

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«Viveu no centro da urbe entre o primeiro terço da Avenida da Liberdade, na área do Passeio Público que a precedeu e as proximidades do Cais do Sodré ou seja a vertente sul das colinas ocidentais que descaiem para o Tejo. Dificilmente se afastava deste cenário e menos de si próprio entre a sugestão evocativa pós-pombalina e romântica»
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Juvenal Esteves, «Columbano e a Cultura de Lisboa», Olisipo, n.º 149, 1986, pp. 109-115.
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Filipe Folque, Planta de Lisboa (detalhe) (1856-1858, Lxi)
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Reflexões: 
1) Encontrei o artigo acima citado numa separata, na Biblioteca Nacional (há cerca de 20 anos), estando agora disponível na Hemeroteca Digital. Gostei de o reler, muito embora haja detalhes que podem ser desenvolvidos. Por exemplo: gostaria de saber onde viveu Columbano na Praça da Alegria. Aliás, a zona da Praça da Alegria parecia atrair artistas, o que eu acho que poderia ser um bom tema de estudo. A Vila Martel, ficava lá ao pé.
2) Na realidade, a geografia de Columbano ultrapassa este espaço, que apenas se circunscreve aos seus percursos habituais em Lisboa. Além de viagens para fora de Portugal (raras, é certo), nasceu em Cacilhas, viveu em Alcolena (Belém) e, por um curto espaço de tempo, nas Caldas da Rainha.
3) Andei a tentar conjugar a informação com a planta do Lxi. Usei a planta do Filipe Folque, embora os ateliers da Vila Martel sejam posteriores. Assinalei a azul os locais onde viveu, a verde a Praça da Alegria, a vermelho onde trabalhou e a roxo onde conviveu. Faltará aqui a Sociedade de Belas Artes, que fica mais para Norte. Mas nota-se que Columbano foi descendo a Avenida, em direção ao rio, ao longo dos seus 70 anos de vida.
4) Gosto de saber onde viveram e trabalharam os artistas. Outro dia descobri a casa onde nasceu Helena Vieira da Silva, na Rua das Chagas. O prédio é bem bonito e não fica nada longe das zonas de Columbano.

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Ainda em torno da mesma ideia

Maria Helena Vieira da Silva, Kô & Kô
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«La vie réelle se porte mieux si on lui donne ses justes vacances d'irréalité»
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Gaston Bachelard, L'Eau et les Rêves (1942).

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Da Liberdade

Eugène Delacroix, La Liberté guidant le peuple (1830, Musée du Louvre, Paris)
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Eastman Johnson, A Ride for Freedom - The Fugitive Slaves (1862, Brooklyn Museum, New York City)
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Fernand Léger, Liberté, j'écris ton nom (1953, Musee National Fernand Leger, Biot)
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Maria Helena Vieira da Silva, LIberdade (1974)

sábado, 11 de janeiro de 2014

Adenda a Xadrez (bem lembrada por APS)

Maria Helena Vieira da Silva, A partida de xadrez (La partie d'échecs) (1943, Musée National d'Art Moderne / Centre George Pompidou, Paris - Link)
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Maria Helena Vieira da Silva, Xeque-mate (Échec et Mat) (1949, Galerie Jeanne Bucher, Paris - Link)

sábado, 24 de abril de 2010

Liberdade

Pintura de Vieira da Silva, A Poesia está na Rua.
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«Tudo quanto aumenta a liberdade, aumenta a responsabilidade».
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domingo, 14 de março de 2010

Compreender

Pintura de Vieira da Silva, Biblioteca (1953).
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«Dans la vie, rien n'est à craindre, tout est à comprendre».
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