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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Conceitos

E. M. de Melo e Castro, Soneto Soma (via Poesia visual e concreta nos novos media)
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Uma Chama não Chama a mesma Chama

uma chama não chama a mesma chama
á uma outra chama que se chama
em cada chama que chama pela chama
que a chama no chamar se incendeia

um nome não nome o mesmo nome
um outro nome nome que nomeia
em cada nome o meio pelo nome
que o nome no nome se incendeia

uma chama um nome a mesma chama
há um outro nome que se chama
em cada nome o chama pelo nome
que a chama no nome se incendeia

um nome uma chama o mesmo nome
há uma outra chama que nomeia
em cada chama o nome que se chama
o nome que na chama se incendeia
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E. M. de Melo e Castro, in Versus-in-Versus (via Citador.pt)

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Um percurso pelo MNAC

Rodrigo Oliveira, Perigo Iminente (2004)
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Exposição «Olhares Modernos», curadoria Maria de Aires Silveira (até 30 de Setembro).
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Maximiano Alves, Escrava (2016) / Franklin Figueiredo (década de 1950)
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José Tagarro, Retrato do escultor Ruy Gameiro (1928) / Ruy Gameiro, Tagarro (1927)
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António Soares, Retrato da Irmã do Artista (1936) / Rolando Sá Nogueira, Retrato de Maria do Céu Sousa Vieira (1953)
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Exposição «Meu Amigo», curadoria: Emília Tavares (até 26 de Setembro).
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Lima de Freitas (1951, Col. Ernesto de Sousa)

Ana Hatherly (Col. Ernesto de Sousa)
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Carlos Gentil-Homem e Ernesto de Sousa, Cartazes para o mixed-media Almada, Um Nome de Guerra (1971, Col. Ernesto de Sousa)
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João Vieira, Sem Título (réplica da minha mão direita) (1974, Col. Ernesto de Sousa)*
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Helena Almeida, Desenho Habitado (1978, Col. Ernesto de Sousa)
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Julião Sarmento, 23 Animais Enjaulados (1975, Col. Ernesto de Sousa)
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E. M. de Melo e Castro, Silêncio (1970, Col. Ernesto de Sousa)
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Exposição «Herança», curadoria: Emília Ferreira (até 26 de Setembro).

Nuno Nunes Ferreira, Arriar da Bandeira (2020)
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* A mesma escultura foi fotografada e publicada por MR no Prosimetron.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Hipnotismo

E. M. de Melo e Castro, Hipnotismo (1962)
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«Mesmo um exame superficial da história revela que nós, seres humanos, temos uma triste tendência para cometer os mesmos erros repetidas vezes. Temos medo dos desconhecidos ou de qualquer pessoa que seja um pouco diferente de nós. Quando ficamos assustados, começamos a ser agressivos para as pessoas que nos rodeiam. Temos botões de fácil acesso que, quando carregamos neles, libertam emoções poderosas. Podemos ser manipulados até extremos de insensatez por políticos espertos. Dêem-nos o tipo de chefe certo e, tal como o mais sugestionável paciente do terapeuta pela hipnose, faremos de bom grado quase tudo o que ele quer - mesmo coisas que sabemos serem erradas». 
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