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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

55 voltas ao Sol!

Adolf Dietrich, Margeritenstrauss (1934, via Artnet)
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O bolo será esta tarte da Padaria Portuguesa :-)

sábado, 21 de junho de 2025

Para o meu pai que faz anos hoje!

Patrick Caulfield, Second Glass of Whisky (1992)
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Bolo de chocolate com whiskey e caramelo salgado, do site The Sweet Rebellion

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Parabéns APS!

Nicolas Poussin, L'Inspiration du Poete (Séc. XVII, Museu do Louvre, Paris)
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Com votos de muitas felicidades e de muitos anos de vida!
E um bolo
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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Para uma amiga que faz anos hoje!

Com votos de muitas felicidades
e muitos anos de vida!
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Georgia O'Keeffe, A Sunflower from Maggie (1937)
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Um chá Marco Polo da Mariage
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e um "Travesseiro grande" da Piriquita

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Parabéns Sandra!

Charles Rennie Mackintosh, White Tulips (c. 1920)
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Muitos parabéns!
Votos de um dia muito feliz, com muitos mimos 💔
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Um bolo com Baci  - com receita, para se o J. se quiser aventurar 😀

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

A propósito dos cafés de Lisboa

Lisboa de Antigamente, 14 de Janeiro de 2016.
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Num texto de Eduardo Sucena, intitulado «Os cafés na Vida Política, Social e Intelectual de Lisboa» (1988), o autor conta a história dos cafés lisboetas, desenvolvendo sobretudo os mais antigos. Diz que o antepassado do café foi o botequim, que terá origem no Islão: «Mas, voltando à Meca islâmica, por que é que os botequins teriam surgido lá? Penso que foi a grande afluência de crentes do Islão que determinou o aparecimento de locais para fornecimento de bebidas. (...) E uma das bebidas que, com certeza, lá se consumiria, era o café, originário da Abissínia e que no século XV se começou a vulgarizar por todo o Oriente, só chegando à europa no século XVII». Segundo Sucena, nos botequins do Ocidente, «entre outras bebidas alcoólicas ou não (...), o café foi das mais consumidas também, a par da genebra, da cerveja, do ponche, do capilé e da limonada».
A Portugal os botequins terão chegado por via de Itália, tendo sido «no tempo do Marquês de Pombal, após o grande terramoto, que uma lei de 15 de Junho de 1759 os autorizou. Sebastião José de Carvalho e Melo desempenhou, como se sabe, missões diplomáticas no estrangeiro, e por lá terá sabido das vantagens da existência desse tipo de estabelecimentos, estimulando o seu aparecimento em Lisboa como pontos de encontro dos homens de negócios (...)». Um «dos botequins mais antigos de Lisboa» foi o Martinho da Arcada, fundado em 1778, com o nome de Café da Neve. Foi depois passando por vários donos, até chegar, em 1829, a Martinho Bartolomeu Rodrigues, que lhe deu o nome actual. O texto fala em numerosos outros cafés, dos quais destaco o Nicola e o Marrare. 
O primeiro foi criado em 1787, por «um homem com esse mesmo nome – Nicola – ou um seu descendente, de origem italiana»:  
«O botequim do Nicola ficava no local onde se encontra actualmente o Café Nicola, do Rossio, mas um pouco mais avançado. O prédio não era bem como é agora e ocupava também a parte onde foi durante muitos anos a sucursal de O Século e hoje é a sucursal do Jornal de Notícias. Na área em que está actualmente o café, era a parte propriamente dita do botequim e ao lado era o salão de bilhares. O gerente, José Pedro da Silva, tornar-se-ia célebre em Lisboa, por ter sido grande amigo do Bocage (...)».
O Nicola actual foi estabelecido em 1935, remodelado pelo arquitecto Raúl Tojal, tendo nas paredes quadros a óleo da autoria de Fernando Santos «com cenas mais ou menos fantasiosas da vida de Bocage» e a estátua de Elmano, do escultor Marcelino Norte de Almeida, datada de 1929.
António Marrare foi o fundador de dois cafés Marrare, o de São Carlos, de 1800, na esquina com as ruas Anchieta e Capelo, em frente do Governo Civil; e do Polimento, de 1820, na Rua das Portas de Santa Catarina (n.º 25), hoje Rua Garrett:
«(...) foi conhecido por Marrare do Polimento, por o revestimento interior ser de madeira polida. Foi um café romântico, um reduto de janotas da época e teve também uma frequência de literatos e políticos. (...) Mas o que, sobretudo, contribuiu para o bom nome da casa, foi o bife à marrare, alto, do pojadouro, frito em frigideira de ferro, com molho de natas. Foram frequentadores assíduos do Marrare do Polimento, Garrett (...), Castilho e até Alexandre Herculano, quando ia tratar dos seus negócios de azeite com o Jerónimo Martins, não se dispensava de lá ir beber o seu café».
Entre os seus frequentadores conta-se «uma cidadã inglesa, que teve entre nós certa aura. Foi miss Júlia Wilson, que fugiu de Londres para Lisboa em 1852 para aqui se juntar com o Ministro da Áustria, e que era outra extravagante; ia para o Marrare do Polimento jogar bilhar, vestida à homem, de calções à cavaleiro, sobrecasaca, bengala e chapéu à patuleia (...)». Este café fechou em 1866 (depois aqui esteve o Café Chiado, entre 1925 e 1963). 
Pessoalmente, achei curioso que três grandes poetas portugueses frequentassem os diferentes cafés: Bocage o Nicola, Almeida Garrett o Marrare e Fernando Pessoa o Martinho da Arcada.
Um outro café que chamou a minha atenção foi o «Café da Bola, na Rua de S. Vicente à Guia, frequentado pela Severa, pelo Conde do Vimioso e por outros amantes do fado, onde se consumia um café horroroso chamado carocha (...)»; mas também, o Café Bom, na Rua dos Condes de Monsanto, de onde teriam partido os revolucionários que barricaram a Rotunda em 4 de Outubro de 1910; e o Café Sport, na Praça dos Restauradores, frequentado por adeptos do Sporting Club de Portugal. 
A lista de cafés é grande (e não inclui as Pastelarias, com pena minha). O texto está online e foi publicado na revista Olisipo, n.ºs 150-152, 1987-1989, pp. 83-98.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Em Dia de Reis

 

Bartolomé Esteban Murillo, Adoración de los Reyes Magos (1655-1660, Museu de Arte de Toledo)

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Hoje vou experimentar o bolo rei da Gleba (talvez com um chocolate quente).

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

«An old-fashioned Christmas»

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«"Nothing could be more old-fashioned than we are! My husband, you know, absolutely lives in the past. He likes everything to be just as it was when he was a boy of twelve years old, and used to come here for his holidays." She smiled to herself. "All the same old things, the Christmas tree and the stockings hung up and the oyster soup and the turkey — two turkeys, one boiled and one roast — and the plum pudding with the ring and the bachelor’s button and all the rest of it in it. We can’t have sixpences nowadays because they’re not pure silver any more. But all the old desserts, the Elvas plums and Carlsbad plums and almonds and raisins, and crystallized fruit and ginger. Dear me, I sound like a catalogue from Fortnum and Mason!"»
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Agatha Christie, The Adventure of the Christmas Pudding, online in Archive.org.

segunda-feira, 15 de março de 2021

Para o Luís Barata que faz anos hoje!

Com votos de muitas felicidades!
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Mary Ellen Johnson, Berries & Cake (2014)
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Lembrando também que hoje já se pode beber café nos cafés (em takeaway)
Patrick Caulfield, Cafe Sign (1968, Tate Gallery, Londres)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Sobre este Dia

Antônio Parreiras, Fundação de São Paulo (1913, Pinacoteca Municipal de São Paulo)
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Dizem que hoje é Dia Internacional do Vinho do Porto e, nos Estados Unidos, é Dia do Bolo de Chocolate. Eu, depois do período das festas, tendo sido a última a dos anos da minha filha, este Sábado, estou demasiado adoçada. Mas deixo aqui umas imagens. A primeira imagem é para a minha filha, pois é alusiva à cidade de São Paulo, fundada em 25 de Janeiro de 1554, e faz anos no mesmo dia que ela.

Não tendo nenhum vinho do Porto preferido, o melhor que provei foi num casamento, e foi um vinho da Quinta da Silveira de 1884. Quanto a bolos de chocolate, o melhor que comi foi um caseiro, no Brasil (Recife), há quase quarenta anos (o tempo passa).

Imagem do site BuzzFeed

Para os visitantes do blogue, caso tenham tempo para responder: Qual o melhor Vinho do Porto e qual o melhor bolo de chocolate? O que sugerem?

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Para a Sandra (que faz anos hoje :-))

Um azulejo holandês (Harlingen), com um barco (1650-1680, Museu Nacional do Azulejo)
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Um polvilhador de canela (2.ª met. Séc. XVIII, Palácio Nacional de Queluz)
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Um pastel de nata, da Pastelaria Santo António (nunca lá fui, mas deve ser bom) - para pôr a canela :-)
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E uma canção, que espero que gostes:

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Bodas de Safira (ou Turmalina)

Logan sapphire with diamonds (National Museum of Natural History, Washington)
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Brinco de ouro com pérolas e safira (Sécs. VI-VII, Metropolitan Museum of Art)
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Colar da Rainha Santa (Séc. XIV. Museu Nacional de Machado de Castro)
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Colar (Séc. XVIII, Museu Nacional de Machado de Castro)
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Azulejo (1701-1750, Museu Nacional do Azulejo)
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Eugène Boudin, White Clouds, Blue Sky (c. 1859)
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Karl Fabergé, Campaínha (Palácio Nacional da Ajuda)
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Konstantin Yuon, The Blue Bush (1908, Tretyakov Gallery, Moscovo)
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Yves Klein, Globe Blue (1957)
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Sam Francis, Blue Sky Painting (1960)
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Endre Rozsda, Saphirogramme (1969)
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Donald Clark, Sapphire Teapot
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sábado, 13 de julho de 2019

Porque eu e o meu marido fazemos 19 anos de namoro :-)

Silva Porto, O Amor na Aldeia (1887, Museu Nacional Soares dos Reis)
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Aqui vai uma prenda virtual, para ele (Franziskaner Weissbier):

domingo, 12 de novembro de 2017

Ainda do Pai Tirano e do vinho

Andava a dar voltas à memória para me lembrar qual era o anúncio que tinha aproveitado o trecho do Pai Tirano. Ontem, o meu marido lembrou-me: era da Aldeia Nova! Aqui vai:

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Moscatel (ou vinho branco)

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«- Olha cá, espera, homem. Então nem um cálice do meu bastardo, hem? olha que é do que tu gostas.
- Prefiro uma garrafa em minha casa.
- Lá franco no pedir és tu! Mas do que ninguém se gaba é de saber o gosto ao teus moscatel.
- Querias talvez que eu te mandasse um presente de vinho?! Era o que me faltava! presentes de vinho! – e a um frade!...»
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Júlio Dinis, As Pupilas do Senhor Reitor, Lisboa, Edições Amigos do Livro, p. 102.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Para o Dia de Nossa Senhora da Luz

Pelo que descobri, esta festividade está ligada ao tema da Apresentação de Jesus no Templo.
 
Mestres do Retábulo de São Bento (Gregório Lopes e Jorge Leal), Apresentação do Menino no Templo (1520-1525, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Em Portugal comemora-se como dia de Nossa Senhora da Luz.
 
Nossa Senhora da Luz (Virgem do Carvoeiro) (Séc. XVI, Museu de Arte Sacra de São Paulo)
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Está também ligada à festa da candeia, que passou a festejar-se na Igreja Católica desde o séc. IV ou V. Supostamente tem origens pagãs (a Lupercália que se festejava a 15 de Fevereiro) - ver mais sobre o assunto aqui.
 
Marianne Stokes, Candlemas day (1901, Tate Britain)
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Em França é a Fête des Chandelles e é dia de comer crepes :-)
 
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Como certamente (e infelizmente) não vou ter oportunidade de comer crepes, vou talvez, pelo menos, acender uma vela
 
Pieter Claesz, Still life with a burning candle (1627)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Passeios II

“One’s destination is never a place, but always a new way of seeing things.”
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