sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Piscinas

Henri Matisse, The Swimming Pool (1952, MoMA)
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Fernand Leger, La piscine (Musée National Fernand Léger, Biot)
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David Hockney, A Bigger Splash (1967, Tate)
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Andreas Gursky, Ratingen Swimming Pool (1987)
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Santarém (2018)
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Esta canção ouvi no Complexo Aquático de Santarém e acho-lhe muita graça:

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Bodas de Cristal

Édouard Manet, Oeillets et Clematite dans un Vase de Cristal (c.1882; Musée d'Orsay, Paris)
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Paul Klee, Crystal (1921)
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Josef Sudek, Still Life With Crystal (1950-1954, LACMA)
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Karasawa Hiroaki, Crystal (2003, LACMA)
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Relógio (1640-1650, V&A)
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Pendente (1650-1675, V&A)
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Laça (Séc. XVIII, MNAA)
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Copo (c. 1650, V&A)
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Frasco (975-1050, V&A)
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Taças de Champanhe da Christofle
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Coração de Cristal da Swarovski
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Os sapatos da Cinderela (neste caso, da Disney)
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Macchiaioli

Silvestro Lega, Il pergolato (1860, Pinacoteca di Brera)
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Vincenzo Cabianca, Le monachine (1861, Viareggio, Istituto Matteucci)
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Raffaello Sernesi, La punta del Romito, vista desde Castiglioncello (1866, Istituto Matteucci, Viareggio)
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Adriano Cecioni, Le Ricamatrici (1866)
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Vito D'Ancona, Lezione di pianoforte
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Odoardo Borrani, The Mugnone (1885-1890, Galleria Nazionale d'Arte Moderna e Contemporanea di Roma)
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Serafino de Tivoli, The Road in the Wood
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Telemaco Signorini, Sulle colline a Settignano

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Arte e Vida

Hugo Birger, Ekebacken (1886, © photo Stockholms Auktionsverk, in Christa Zaat, Facebook)
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«L'art c'est toute la vie».
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Jules Laforgue, in Arte e Vida, n.º1, Novembro de 1904.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Da Fortificação de Lisboa

Francisco de Holanda, «Da Fortaleza de Belém e S. Gião e baluartes» (1571)
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«Com o mesmo Cuidado e Providençia que a Cidade de Lysboa deve ser fortalecida de novo Castello e de Muros e Torres, e Portas e Baluartes e de Bastiaens, ao modo das fortalezas modernas, que hoje se costumão por toda a christãdade. E se possivel for cercada toda de Novo e forte Muro: inda que os velhos que lhe fez ElRey Dom Fernando, sejaõ ao seu modo honestamente fortes pola bõa argamassa e entulhos que tem, que foi a milhor obra que nenhum rey fez em Lysboa depois das Igrejas.
Assim mesmo deve de ser fortalecida, Repairada e acabada a fortaleza de Belem. E a de São Giaõ. Pois que tem tãto custado sem estar bem acabada. E isto com alguns baluartes fortes que lhe Respondaõ da outra banda da Trafaria e da Area da Adiça. s. hum de fronte da Torre de Belem: onde esta a torre velha. E o outro de fronte de S. Caterina de Ribamar que he a mais segura fortaleza de Lysboa ali onde acabaõ os montes Dalmada e começam a Area da ponta da Trafaria ou Cachopos.(...)»
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Francisco de Holanda, Da fábrica que falece à cidade de Lisboa, 1571. In Jorge Segurado, Francisco d'Ollanda, Lisboa, Edições Excelsior, 1970, p. 89.
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Nota: O texto do capítulo IV está completo no site Almada Virtual Museum (de onde retirei a imagem), onde tem referência para uma Tese de Doutoramento de Maria Luiza Zanatta de Souza, Um novo olhar sobre "Da fábrica que falece à cidade de Lisboa" (Francisco de Hollanda 1571), São Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, 2011.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

terça-feira, 21 de agosto de 2018