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terça-feira, 23 de abril de 2019

No Dia do Escoteiro (segundo a minha agenda)

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«My belief is that we were put into this world of wonders and beauty with a special ability to appreciate them, in some cases to have the fun of taking a hand in developing them, and also in being able to help other people instead of overreaching them and, through it all, to enjoy life - that is, to be happy»
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Robert Baden-Powell.
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E, porque hoje em dia, o escotismo passou a ser para rapazes e raparigas, lembro aqui uma cena de ontem, da última temporada da Guerra dos Tronos:

domingo, 8 de abril de 2018

Da minha série preferida

O meu personagem preferido...
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Com votos de bom Domingo!
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P.S. Não vou fazer spoilers, porque esta imagem é da 2.ª temporada, e a série já vai na 7.ª - vi ontem o final da 2.ª temporada, que está a repetir na RTP, enquanto vejo a 7.ª, noutro canal.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ouvir melhor

Berthe Morisot, Julie Listening (1888)
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«I like to listen. I have learned a great deal from listening carefully. Most people never listen.»
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terça-feira, 7 de março de 2017

Pensamentos I

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«A great philosopher once wrote, "In times of peace, the warlike man attacks himself."
This is the root of all our problems.
And by "this," I mean "we."
We are the root of all our problems our confusion, our anger, our fear of things we don't understand.
Violence, in other words, is ignorance.»
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Legion (2017)

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Da TV


Padre Leonard Finch na série Grantchester
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Kant once wrote, "By a lie, a man annihilates his dignity "as a man.
" Our good friend, lmmanuel, wasn't one to mince his words.
He saw things in black and white.
He didn't dwell on the grey areas, but who amongst us can honestly say that we haven't lied for good reason? Who amongst us can say we live a truly good life? And that's not to say we shouldn't try.
We should all continually try to be the best we can be.
To escape the sins of our past.
To be accepting of our little foibles and of others.
We can't run away from who we are.
We must turn and face the truth head on.
Sometimes in life, it's better just to get on with things.
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Grantchester (2014)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Frases

...Do Star Trek (Caminho das Estrelas):

«There's no such thing as 'the unknown,' only things temporarily hidden, temporarily not understood.» (1966)
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Walasse Ting, Milky Way (1966)

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Das coisas que me intrigam no funcionamento da memória

Desde há uns dias ando com uma música na cabeça, que já nem me lembrava que tinha existido. A música é esta. Agora expliquem-me porquê?



E esta é a única explicação lógica que encontro:
JOY The song from the gum commercial?
MALE FORGETTER Sometimes we send that one up to headquarters for no reason.
FEMALE FORGETTER It just plays in Riley’s head over and over again. Like a million times! Ha! Let’s watch it again!
(Inside Out - http://waltdisneystudiosawards.com/downloads/inside-out-screenplay.pdf)


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E o pior é que, em contrapartida, esqueço-me de coisas de que me devia lembrar.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Da Magia

Maurice Denis, Paysage aux arbres verts ou Les Hêtres de Kerduel (1893, Musée d'Orsay, Paris)
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“You know what the issue is with this world? Everyone wants some magical solution to their problem and everyone refuses to believe in magic.”
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Números II

Perle Fine, An Accordment (1973)
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O melhor número é, segundo o Doutor Sheldon Cooper (Teoria do Big Bangi), o 73:

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Traduzindo: 73 é 21.º número primo, o seu espelho, 37, é o 12.º número primo, e o seu espelho, 21, é o produto da multiplicação de de 7 por 3. Na linguagem binária 73 é um palíndromo, 1001001, que, ao contrário é 1001001.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Palavras II

(Link)
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"The question is," said Alice, "whether you can make words mean so many different things."
"The question is," said Humpty Dumpty, "which is to be master — that's all."
Alice was too much puzzled to say anything, so after a minute Humpty Dumpty began again. "They've a temper, some of them — particularly verbs, they're the proudest — adjectives you can do anything with, but not verbs — however, I can manage the whole lot of them! Impenetrability! That's what I say!"
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terça-feira, 17 de março de 2015

Silêncio



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«Science tells us that noise is unhealthy.
Even low-level noise in our cities and offices increases anxiety and interferes with brain function.
Traffic, media chatter, chirping phones, and tweeting computers damage our ability to learn and focus, increases our heart rates, blood pressure, and aggression.
But imagine if the noise wasn't just on the outside, but it was even louder inside your head.
We need quiet inside and out, to think clearly, to heal.
In our modern world, true quiet is as rare as a truly dark sky.
So when you find it, the silence reveals an unexpected beauty, just like the darkness reveals the milky way.»
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Para não procrastinar

Jessie Willcox Smith, The Scholar (1909 - via Pinterest)
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«The sooner it's done, the sooner it's history.»
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Midsomer Murders (2007 - link)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Da Eternidade

Mikalojus Ciurlionis, Eternity (1906)
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«Think of your life as a story.
Actually, you already do.
FMRI studies show us that following a story A narrative with a beginning, middle, and end Causes our brains to release cortisol and oxytocin.
These chemicals give us the uniquely human ability to connect with someone, even a total stranger, and empathize.
In other words, stories are what we use to find meaning in our lives.
Now, imagine for a moment that we lived without the understanding that our story must eventually end.
What if our lives were as infinite as the universe, if the ticking clock never stopped? What would our story be then? Would we still love? Or care? Would those tiny, fleeting moments that mean everything Mean anything at all?»
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domingo, 25 de janeiro de 2015

E para a minha princesa, que faz anos hoje...

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Uma bailarina de Degas (link da fotografia)
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Um bolo em camadas, que ela queria, mas não houve possibilidade...
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E, sim, a Violetta (gosto muito desta canção)
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«Tómame la mano ven aquí
El resto lo hará tu corazón
No hay nada que no puedes conseguir
Si vuelas alto»
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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Politicamente incorrecto

(link)
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Não gosto muito de me meter em política e cada vez que penso nela lembro-me de Rafael Bordalo Pinheiro, homem que muito admiro. Acredito em cidadania e em respeito pelos outros, mas por vezes parece-me que a política e a cidadania são coisas distantes - mas não deveriam ser. Ontem assisti a uma reunião participativa da Câmara Municipal de Lisboa que me deixou preocupada. O que é uma cidade? Para quem se dirigem as políticas camarárias? 
Já há muito tempo que não estudo estes temas mas creio que uma cidade é mais do que um aglomerado de casas e pessoas. Deve ter locais de convívio, espaços comunitários, estruturas que permitam qualidade de vida para os seus habitantes. Julgo também que, para a Câmara, as pessoas que vivem na cidade são mais importantes que os turistas que as visitam; e que as pessoas que vivem nos bairros são mais importantes que aquelas que os visitam. 
Dito de outro modo, julgo que a Câmara devia dar prioridade às pessoas que vivem e trabalham em Lisboa. Deveriam existir mais locais onde as famílias pudessem passear e eventos culturais dirigidos para a população em geral e não (somente) para faixas minoritárias. Porque é que se organizam eventos num bairro se esses eventos não interessam (de facto) às pessoas que habitam nesse bairro? Porque é que se investe tão pouco nos idosos e nas famílias? Como é possível que se invista tanto em eventos para jovens e turistas, se ainda existem tantos problemas nas escolas, nomeadamente com falta de pessoal auxiliar? Como é possível que haja espaços verdes onde raramente se faz alguma coisa que interesse à população comum? Como é possível que o espaço da feira popular ainda continue vazio e não há nenhum sítio equivalente em Lisboa para o substituir? (como existe em Viena de Áustria, por exemplo). Como é possível que nas festas de Lisboa não haja nada gratuito dirigido às famílias? Isto já para não falar nos prédios degradados e nas ruas esburacadas.
Ontem fiquei com a sensação que quem não for boémio, turista, jovem, ou rico o suficiente para viver num condomínio privado ou numa zona "nobre", mais vale mudar-se...
E, para descontrair, de cada vez que penso em politicamente incorrecto, lembro-me de uma das minhas séries preferidas de sempre, a Murphy Brown.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

«What is reality?»

Karin Jurick, Blank Stare (Link)
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«The eyes only see what the mind is prepared to comprehend.»
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Encontrei esta frase no episódio «Blindness» de uma das minhas séries preferidas (Link):

«Max Lewicki: What if I told all of you, that your partially blind. That right now you think you see the world as it truly is, but in actuality, you're missing something. It's true. See, every time we open our eyes light shines onto our retina. Nerve cells called photo receptors interpret the light, transmits the information to our brain, and THAT's how we see. But there's a small area on our retina where there are no photo receptors. This is called a scotoma or "blind spot"... we all have them. So if that's true, how is it that we never notice a black area in our field of vision?
The reason you never notice your blind spot, is because your brain is great at guessing what SHOULD be there, and automatically filling in the blanks. Sometimes we know what we want to see, and our neo-cortex turns that expectation into a kind of virtual reality. Which means that some of the world we see is really just an illusion. A scary thought when you consider how vulnerable that makes us. So, how do we uncover our blind spots? How do we ever fully see the truth that's right in front of our eyes? Well, a good place to start is to simply open your mind. Because, as the French philosopher Henri Bergson said, 'The eyes sees only what the mind is prepared to comprehend.'»

domingo, 11 de agosto de 2013

Os Gato Fedorento

Decidi começar a ler um livro sobre os Gato Fedorento e então descobri duas coisas que desconhecia por completo:

1) Tiveram um blogue (hoje desactualizado) (http://gatofedorento.blogspot.pt) que tinha a seguinte indicação:

«Um blog com opiniões, nenhuma das quais devidamente fundamentada».

2) O nome poderá ter surgido de um episódio da série Friends


E fica aqui o meu sketch preferido e que lhes deu bastante sucesso

segunda-feira, 22 de julho de 2013

2007 - Com algumas divagações a (des)propósito...

João Pedro Vale, 20$ (Link)

Para mim, a arte tem uma grande componente de criatividade. Esta é certamente uma verdade para a arte actual, mas creio que também era para a arte do passado.
A execução tem ainda relevância, mas tornou-se menos relevante sobretudo desde a Revolução Industrial. As máquinas são boas "executantes", por isso, com o avanço da técnica, tornou-se mais importante o pensamento de quem concebe o objecto. Em contrapartida, as ideias, mesmo as melhores, se não tiverem execução ou se forem mal executadas, não servem de grande coisa.

Two Makes the Difference (Link)

A arte não tem necessariamente de ser bela e mesmo que a solução estética não seja bela, isso não invalida o processo criativo. O processo criativo tem é de corresponder à aspiração do artista que concebe a obra. A beleza, por si só, até pode ser aborrecida, se não tiver qualquer conteúdo. E, por outro lado, a reprodução excessiva de obras de arte, mesmo as mais belas, acaba por torná-las banais.
Mitsuhiro Okamoto, BATTA mon LV (Link)

No que respeita às réplicas, a criatividade estará necessariamente na peça original - por isso tem maior valor. No entanto, não creio que haja algum impedimento, mesmo nos dias de hoje, em que o artista se inspire na arte do passado e adopte soluções estéticas do passado. Contudo, esse artista poderá arriscar-se a ser desvalorizado pela crítica. Mas, se essas soluções corresponderem ao seu "credo", então são legítimas, pelo menos para ele. Julgo que se a inovação é cada vez mais requerida aos artistas, a obrigação actual de estar em permanente inovação também pode tornar-se cansativa.

Maggie Stiefvater, Portrait of the Artist as a Young Cat (Link)

Tudo é legítimo em arte? Em teoria sim, mas não se pode assumir que as pessoas são obrigadas a aceitar as propostas dos artistas só porque são inovadoras. As formas de expressão humana são múltiplas. Nada obriga um artista a expressar-se pelos meios tradicionais das Belas Artes. Parece-me igualmente que não devemos ser obrigados a seguir um canône erudito - quer como criadores, quer como espectadores. Temos é que, como já dizia Ramalho Ortigão (em1884)*, de ser sinceros com nós próprios. Se, não devemos aceitar tudo sem questionar, julgo que podemos ter alguma ingenuidade e capacidade de nos maravilharmos. A ingenuidade pode ser uma excelente lufada de ar fresco. O imaginário infantil é, na minha opinião, uma boa fonte de criatividade. Para as crianças tudo é novidade, tudo pode ser verdade, o que permite a quem trabalha com elas entrar em mundos verdadeiramente extraordinários. Por fim, os mundos do "faz de conta" são cada vez mais explorados mesmo em trabalhos para os adultos, como, por exemplo, na ficção científica e no fantástico.

John Hobson (Link)

Julgo que vivemos tempos eclécticos e vão surgindo novidades, nomeadamente devido ao avanço da ciência, porque as máquinas e os novos materiais (por exemplo os plásticos e outros derivados de petróleo) permitem criações totalmente novas. Contudo, mesmo na cultura do passado e na cultura tradicional (ou popular) podem encontrar-se espaços de inovação - como é o caso da environmental art, por exemplo. A partir do passado podem abrir-se caminhos novos.
Foi a criatividade que permitiu ao Homem adaptar-se à realidade ambiente e o tornou superior (intelectualmente) aos outros animais. Sem criatividade (aí incluindo a arte e a ciência, a imaginação e a tecnologia), a sociedade humana actual não existiria - nem para o bem, nem para o mal. Sem criatividade não existiriam obras de arte, nem casas, nem cinema, nem televisão, nem medicina, nem água canalizada, nem electricidade, nem vestuário, ... nem sequer o domínio do fogo. Mas também não existiriam problemas ecológicos, nem bombas atómicas. Será certamente com criatividade que resolveremos os problemas que nós próprios criámos. Creio (e espero) firmemente nisso. Mas a criatividade deverá estar aliada à sensibilidade de modo a criar algo realmente humano e belo, que pode proporcionar uma sociedade melhor. penso que a arte poderá ter um papel importante neste campo.



* De acordo com o que Ramalho Ortigão escreveu nas Farpas, em 1884, sob o pseudónimo de «Simplício Feijão», a escolha do assunto passava a ser livre e o artista só deveria ter como regras, para além da lealdade à natureza, a fidelidade à sua «própria comoção, ser exacto e ser sincero». Cf. Ramalho Ortigão, (1884) 1943, «Ao Sr. António Calmels, sob o pseudónimo de Simplício Feijão», in Ramalho Ortigão, 1943, As Farpas, Lisboa, Livraria Clássica Editora, vol. II, pp. 266-270.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

2000

Eric Oberhauser, Unity of Encircling Hands (Link)
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Mal comecei a pensar no ano 2000, ocorreu-me este sketch do Late Night with Conan O'brien. Na altura até gostava mais do Jay Leno, nomeadamente dos Jaywalking, mas o Conan O'Brien também era bem divertido. Neste sketch aparece David Duchovny, protagonista dos X-Files, programa que eu adorei ver e que começou em 1993.


Quando penso no ano 2000, recordo igualmente um livro de que gostei muito de Georges Duby - Ano 1000-Ano 2000 (1999). Por outro lado, no mesmo ano 2000, surgiram vários filmes que aprecio, entre os quais escolho Crouching Tiger, Hidden Dragon de Ang Lee. Canções que gostei houve muitas, mas também selecciono apenas uma: Rome wasn't built in a Day dos  Morcheeba.