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segunda-feira, 7 de junho de 2021

Um percurso pelo MNAC

Rodrigo Oliveira, Perigo Iminente (2004)
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Exposição «Olhares Modernos», curadoria Maria de Aires Silveira (até 30 de Setembro).
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Maximiano Alves, Escrava (2016) / Franklin Figueiredo (década de 1950)
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José Tagarro, Retrato do escultor Ruy Gameiro (1928) / Ruy Gameiro, Tagarro (1927)
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António Soares, Retrato da Irmã do Artista (1936) / Rolando Sá Nogueira, Retrato de Maria do Céu Sousa Vieira (1953)
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Exposição «Meu Amigo», curadoria: Emília Tavares (até 26 de Setembro).
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Lima de Freitas (1951, Col. Ernesto de Sousa)

Ana Hatherly (Col. Ernesto de Sousa)
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Carlos Gentil-Homem e Ernesto de Sousa, Cartazes para o mixed-media Almada, Um Nome de Guerra (1971, Col. Ernesto de Sousa)
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João Vieira, Sem Título (réplica da minha mão direita) (1974, Col. Ernesto de Sousa)*
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Helena Almeida, Desenho Habitado (1978, Col. Ernesto de Sousa)
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Julião Sarmento, 23 Animais Enjaulados (1975, Col. Ernesto de Sousa)
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E. M. de Melo e Castro, Silêncio (1970, Col. Ernesto de Sousa)
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Exposição «Herança», curadoria: Emília Ferreira (até 26 de Setembro).

Nuno Nunes Ferreira, Arriar da Bandeira (2020)
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* A mesma escultura foi fotografada e publicada por MR no Prosimetron.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A Chuva

Gustave Caillebotte, The Yerres, Rain (1875)
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Ivan Shishkin, Rain in the Oak Forest (1891)
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António Soares, Chuva e Vento (MNAC)
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Brassaï, Passerby in the Rain (1935)
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Café

Enjoying Coffee (1.ª met. Séc. XVIII, Pera Museum - Link)
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A Origem do Mundo

De manhã, apanho as ervas do quintal. A terra, 
ainda fresca, sai com as raízes; e mistura-se com 
a névoa da madrugada. O mundo, então, 
fica ao contrário: o céu, que não vejo, está 
por baixo da terra; e as raízes sobem 
numa direcção invisível. De dentro 
de casa, porém, um cheiro a café chama 
por mim: como se alguém me dissesse 
que é preciso acordar, uma segunda vez, 
para que as raízes cresçam por dentro da 
terra e a névoa, dissipando-se, deixe ver o azul. 
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Nuno Júdice (Link)
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Francois Thomas Germain, Cafeteira (1759-1760, (Museu Nacional de Arte Antiga - Link)
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François Boucher, Le Dejeuner (detalhe) (1739, Museu do Louvre - Link)
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François Boucher, Le Dejeuner (1739, Museu do Louvre - Link)
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Maison Edouard Honoré, chávena de café (1830-1840, Palácio Nacional da Ajuda - Link)
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Henri Fantin-Latour, Still Life (1866, National Gallery of Art, Washington - Link)
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Ivana Kobilca, Coffee drinker (1888, National Gallery of Slovenia - Link)
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António Soares, No terrasse do Café des Plaires (1920-1930, Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea - Link)
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Fred Kradolfer, Projecto Nicola (1950-1960, Museu Nacional do Azulejo - Link)
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Stuart Morle, Still life with coffee and eggs (Link)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Art Deco no Chiado

António Soares, Retrato da irmã do artista (1936, MNAC).
Ernesto Canto da Maia, Adão e Eva (1929-1939, MNAC).
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«O MODERNISMO FELIZ: ART DÉCO EM PORTUGAL. PINTURA; DESENHO; ESCULTURA, 1912-1960»
«O estilo Art Déco, designação que só surge nos anos 60, ou Estilo 1925, como também é conhecido (em apropriação da designação da magna Exposição das Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris naquela data), conhece, num contexto atual de crise, um renovado interesse mundial.
Congregando, eclética e decorativamente, as heranças das vanguardas artísticas dos começos do século (do Fauvismo, Cubismo, Futurismo, Expressionismo e, até, do Abstracionismo) aliadas a sugestões vindas dos Movimentos Decorativos Modernos (como a Secessão Vienense, os grafismos francês e germânico de 1900 ou os Ballets Russes), o Art Déco foi o primeiro estilo global e universal que o Mundo conheceu, aspirando a constituir-se como Arte Total (inspiração de vida), tal como na proposta pioneira de Wagner no século XIX, alargando-se a todas as expressões artísticas e a todos os aspetos da vida quotidiana e expandindo-se, ao longo dos Anos 30, dos horizontes franceses ao resto da Europa, Estados Unidos, América do Sul, África, China, Austrália e Japão.
A promessa estética de felicidade nele contida, antídoto contra o trauma da I Guerra Mundial, foi também paliativo contra a crise económica dos Anos 30, e o movimento perdurou até à II Guerra Mundial.
Em Portugal, o Art Déco projetou-se, igualmente, com excelente pujança. Com efeito, uma parte muito substancial dos artistas portugueses do 1º e 2º Modernismos foram praticantes altamente empenhados deste gosto que, como nos outros países, renovou a totalidade dos mais diversos aspetos da vida quotidiana – e o próprio Estado Novo viu neste Movimento um veículo eficaz de propaganda e afirmação de poder.
A efemeridade do 'Futurismo' português e, com ela, a debilidade da vanguarda entre nós, a longa duração e isolamento do Estado Novo, ditatorial e conservador, a longa vida de muitos dos artistas-protagonistas daquele modernismo feliz, fez do Estilo Art Déco uma fonte de oposição ao apreciado naturalismo oitocentista e, como tal, o garante generalizado da sobrevivência do próprio Modernismo, perdurando em Portugal até cerca de 1960.
A presente exposição sobre o estilo Art Déco em Portugal permite uma releitura renovada e inovadora do nosso fenómeno Modernista, e, maioritariamente, daquele gosto que, originalmente, se estendeu do domínio do desenho às restantes expressões artísticas ditas 'maiores', como a Pintura, a Escultura e a Arquitetura, mas também ao grafismo e publicidade, à cenografia, ao cinema, às artes da decoração e, finalmente, à própria vida quotidiana e suas aspirações modernas de cosmopolitismo e felicidade».
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Rui Afonso Santos, Comissário.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dia Mundial do Café

António Soares, No Terrasse do café des Plaires (c.1920-1930, Museu do Chiado).
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«Coffee is the best thing to douse the sunrise with».
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Terri Guillemets.