quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Grous

Japão, Tsuba em forma de grou (séc. XVII, Museu Nacional Machado de Castro)
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Shen Quan, Pine, Plum and Cranes (1759, The Palace Museum, Beijing)
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Jean-Baptiste Oudry, Demoiselle Crane, Toucan, and Tufted Crane (1745)
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Jessie Arms Botke, Demoiselles Cranes and Lotus

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Bodas de marfim!

Botão de marfim com perfuração em V, Thólos de S. Martinho de Sintra (Calcolítico final, Museu Nacional de Arqueologia)
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Escaravelho, Egipto (séc. VII-III a.C., Museu Nacional de Arqueologia)
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Adoração dos Reis Magos (séc. XIV, MNAA)
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Escritório (séc. XVI-XVII, MNAA)
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Menino Jesus (séc. XVII-XVIII, Palácio Nacional da Ajuda)
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Ambrósio Gottlieb Pollet, Anel com miniatura (1789, Palácio Nacional da Ajuda)
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Conjunto de Xadrez "Barleycorn Pattern" (c. 1850)
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Caneca (séc. XIX, Palácio Nacional da Ajuda)
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Fortunato Pio Castellani, Travessa de cabelo (1860-1862, Palácio Nacional da Ajuda)
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Bilheteira (2.ª met. séc. XIX, Palácio Nacional da Ajuda)
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Meigyoku, Macaco "Netsuke" (c. 1865)
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Leque Arte Nova (1901-1905, Museu Nacional do Traje)
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Elefante Okimono, Japão (c. 1900)
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Bom, e como sou contra a caça, nomeadamente de elefantes e pelo marfim, todas as peças que coloquei aqui são identificadas e datadas como antigas.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Beleza

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«O conhecimento da beleza é o verdadeiro caminho e o primeiro degrau para a compreensão das coisas que são boas.»
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John Ruskin
In Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, p. 585.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Ruas

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«A História está inscrita nos traçados e arquitecturas das cidades.»
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Le Corbusier 
in A. do Carmo Reis, Vila do Conde, 500 anos de História Urbana.
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Exposição Bichos de António Vasconcelos Lapa

Fui ontem ver esta exposição, na Galeria Arte Periférica (CCB) e gostei imenso.
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Sem Título (2017)

Placa 9 (2017)

Macaco (2017)

Sem Título IV (2017)

Placa 7 (2017)
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Site do artista: http://www.avlapa.com

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Mais labirintos

Um que descobri ontem, numa das minhas páginas de internet preferidas, o Instagram de Stephen Ellcock. Achei interessante, em parte porque é semelhante aos de Conímbriga:

Mosaico com labirinto do complexo romano de Felix Romuliana (séc. IV, Gamzigrad, Sérvia)
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O outro foi uma das sugestões de APS:

Pedro Chorão, Labirinto (1982, CAM-FCG)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Labirintos

Frank Stella, Labyrinth (1960)
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«Eu sei de um labirinto grego que é uma linha única, recta. Nessa linha têm-se perdido tantos filósofos que bem pode perder-se também um pobre detective.»
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Borges, Artifícios, in Matilde Asensi, O Último Catão, Lisboa, Dom Quixote, 2005, p. 306.
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Alice Aycock, Maze (1972)
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«- E não te lembras também daquela do “círculo infinito cujo centro está em todo o lado e cujo perímetro é tão grande que parece uma linha recta”?»
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In Matilde Asensi, op. cit., p. 306.
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E, já agora, os dois labirintos de Conímbriga, que revi este ano:

Mosaico do Minotauro no Labirinto de Creta (séc. II, Museu Monográfico de Conímbriga)
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Mosaico do Minotauro (3.º quartel do séc. III, Casa dos Repuxos, Museu Monográfico de Conímbriga)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Forte de Santa Catarina da Figueira da Foz

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A construção do Forte de Santa Catarina resultou de um pedido, realizado em 1585, ao rei D. Filipe I, por parte de alguns homens "doutos" da Câmara da cidade de Coimbra. As obras de edificação da fortaleza foram iniciadas algum tempo depois. «O forte de Santa Catarina apresenta uma curiosa estrutura, que contraria os tratados de arquitectura militar da época. Devido à irregularidade do terreno, a planta do forte foi desenvolvida em formato triangular (...). Dentro da praça foram edificadas as casernas e a capela de Santa Catarina, um oratório de planta quadrangular e tipologia maneirista, edificada (ou reedificada) cerca de 1598.» Em 1602, o forte foi saqueado por piratas, datando de 1643 as novas obras de edificação, com aumento de «uma das cortinas da fortaleza para que fossem assentes 15 peças de fogo». Em 1808, durante a terceira invasão francesa, «o forte foi ocupado pelas tropas napoleónicas, tendo sido enviado um destacamento para a defesa do forte alguns meses depois, que depois de recuperar a praça e desmantelar o armamento do exército francês, permitiu assegurar o desembarque das tropas de Wellesley na zona de Lavos.» O farol, que nele se encontra, foi edificado nos primeiros anos do século XX, desactivado desde 1991.» cf. Catarina Oliveira IPPAR/2004 in Património Cultural.





segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Lembranças da Figueira da Foz de 2017

A vista do Forte de Santa Catarina
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E a vista do Hotel Oásis Plaza
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A praia da Claridade
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O mar na Praia da Claridade, em dia de bandeira vermelha

E em dia de bandeira verde
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O mar na praia de Buarcos (Lidl)
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Uma casa de Buarcos com uns azulejos engraçados

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A igreja de São Pedro em Buarcos e o seu relógio de sol

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O passeio pela praia, entre Buarcos e a Figueira da Foz (ou vice-versa)