sexta-feira, 13 de julho de 2018

Exposição da obra cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro

Prato para suspensão "Mesa Posta" (detalhe) (1897, MRBP)
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Jarra "Cerejas" (1902)
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Caixa "Macaco com nêsperas" (1890, MRBP)
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Tabuleiro, cafeteira, açucareiro, leiteira, chávenas e pires "Serviço tête-à-tête de café" (1882, MRBP)
Desenho de Rafael e pintura de Maria Augusta Bordalo Pinheiro, figurando auto-retrato de Rafael, retratos de Elvira (sua mulher), dos filhos Manuel Gustavo e Helena, e do gato.
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Bule, chávena e pires "Chinês" (1897)
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Azulejo "Pássaros"

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Da Fotografia em Portugal (casos do MNAC-MC)

Fernando Taborda, A la minute
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Adelino Lyon de Castro, Recanto de Aldeia (1945-1952)
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Fernando Lemos, José-Augusto França (1949-1952)
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Eduardo Harrington Sena, 1/5' (1954)
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António Sena da Silva, Arte em trânsito, Caxias (1954)
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Carlos Calvet, Mulher de Branco (1956)
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Varela Pécurto, Vigilante cansado (1960)

terça-feira, 10 de julho de 2018

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Afinidades XXII

Joaquin Sorolla y Bastida, Después de puesto el sol (1907)
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António Carneiro, Contemplação (1911, MNAC)

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Agradecimento :-)

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Ontem conheci pessoalmente a MR do Prosimetron, que, muito simpática, me ofereceu um café, um bloco e postais com ilustrações de Vasco Lopes de Mendonça. Muito obrigada!
Chegada a casa e tinha uma encomenda com um livro e um bilhete, oferta de PN Lima (blogue Ponto Aqui! Ponto Acolá!) e do Mister Vertigo (blogue Manuscritos da Galáxia, entre outros). Muito obrigada também!

Cabo Espichel

Casa da Água (1770)



 
Hospedarias e Casas dos Círios (1715-1760)

Igreja de Nossa Senhora do Cabo (1701-1707)

 
Ermida da Memória (finais do Século XV)

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Atlântico

Jose Maria Velasco, Mar Atlántico
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«My childhood landscape was not land but the end of the land - the cold, salt, running hills of the Atlantic. I sometimes think my vision of the sea is the clearest thing I own».
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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Mediterrâneo

Nicolas de Staël, Paysage méditerranéen
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«La luz que consigue la máxima armonía es la que tiene una inclinación de 45°, pues incide en los cuerpos de modo que no es de forma horizontal ni vertical. Es la que se puede considerar luz media y da la más perfecta visión de los cuerpos y su matización más exquisita. Es la luz del Mediterráneo. »
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terça-feira, 3 de julho de 2018

Da Esperança

Candido Portinari, Pipas
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“L'espoir est une mémoire qui désire.”
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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Uma flor para Julho: Espora (Delphinium)

Joris Hoefnagel e Georg Bocskay, Scarlet Tiger-Moth, Larkspur, Insect, and Caterpillar (1561-1596)
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Franz Eugen Köhler, Köhler's Medizinal-Pflanzen (1897)
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Regal Lilac Larkspur seeds, F. Lagomarsino & Sons of Sacramento, Califórnia
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Margaret Tarrant, Larkspur
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Eleanor Fortescue-Brickdale, They toil not, neither do they spin (1903)
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Henri Fantin-Latour, Pieds d'alouette (1888)
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Pyotr Konchalovsky, Delphinium and Rose
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Lovis Corinth, Larkspur (1924)
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Georgia O'keeffe, White Rose with Larkspur No 1 (1927)
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Eyvind Earle, Delphinium (1975)

sexta-feira, 29 de junho de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Afinidades XXI

Domingos António de Sequeira, Estudo para a Morte de Camões, desenho (inversão horizontal) (1823-1824).
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«eu acabei o quadro de Camões que é de 40 polegadas de Alto e 48 de largo e enviei-o para o grande Palácio do Louvre para a exposição, (...) ora como eu visse e observasse que aqui em geral os pintores Franceses apuram-se muito no brilhantismo das Cores, propus-me para fazer algum destaque deles fazer um painel tétrico [?] e um sujeito triste e o lume de uma candeia, para só fazer ver o efeito óptico e expressão, do que resultou que o Barão de Gerard disse verdadeiramente vejo no vosso painel que vós sois hum pintor consumado desde os pés até a cabeça, e o vosso painel é feito para os grandes Artistas mais do que para o vulgo e deleitantes que amam só o bonito, e em geral todos os outros por diferentes frases me diziam o mesmo (...)»
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Carta de Sequeira datada de 27 de Setembro de 1824, in Luís Xavier da Costa, A Morte de Camões, Quadro do Pintor Domingos António de Sequeira, Lisboa, 1922.
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Nesta "rúbrica" não costumo escrever, mas neste caso tenho de dizer algumas coisas:
1) O tema da iconografia de Camões fez parte da lição de agregação da Professora Raquel Henriques da Silva, na 3.ª feira passada, e foi lá que vi esta carta de Sequeira que agora cito.
2) A pintura de Sequeira está desaparecida, mas foi oferecido a D. Pedro I do Brasil.
3) Vale a pena ler o artigo sobre o tema do blogue Eventualmente Lisboa e o Tejo, de onde retirei a imagem.
4) Ao ver aquela citação só me lembrei de Columbano Bordalo Pinheiro, e não pelo quadro Últimos momentos de Camões (1876, MNAC), mas sim pelo facto do pintor se querer destacar no Salon parisiense com um «painel tétrico» ao «lume de uma candeia». Ora, Columbano quando expôs no Salon, em 1882, foi aceite com Um Concerto de Amadores:

Columbano Bordalo Pinheiro, Um Concerto de Amadores (1882, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado)
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Nota final: Dificilmente Columbano conheceria a carta de Sequeira, mas não deixa de ser interessante que ambos me parece que tenham tido a mesma ideia, i.é, numa exposição onde impera a luz, se destacarem pela sombra.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Ser

Norman Rockwell, Willie was Different
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“To be nobody-but-yourself — in a world which is doing its best, night and day, to make you everybody else — means to fight the hardest battle which any human being can fight.”
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E.E. Cummings.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Ligações

Miriam Schapiro, Connection (1978, University of Iowa Museum of Art, Iowa City)
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“When we try to pick out anything by itself, we find it hitched to everything else in the universe.”
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