Lucas Cranach,o Velho, Retrato de mulher (c. 1530, Galeria dos Uffizi, Florença)
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«O fenómeno de consciência é, ao mesmo tempo, extremamente subjectivo, porque está muito carregado pela presença afectiva do eu individual, e extremamente objectivo, porque se esforça por considerar objectivamente não só o ambiente exterior (o mundo), mas também o eu subjectivo. (…)».
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Edgar Morin, O Paradigma Perdido: A Natureza Humana, Publicações Europa-América, 1988, p. 132.
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3 comentários:
Lucas Cranach é inconfundível.
Morin é que não é muito explícito...
Boa tarde.
:-) Bom dia!
Cranach é uma beleza.
Acho que concordo com Edgar Morin: há o que vemos e sentimos, e há o mundo exterior; estes dois mundos nem sempre se conjugam.
Bom dia!
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