terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Do erro

Roger Weik, Make No Mistake (c. 2020)
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«Vamos agora procurar mostrar que a criatividade, a originalidade e a excelência do Homo sapiens têm a mesma origem que o desregramento, a vagabundagem e a desordem do Homo demens e que tudo precede do prodigioso aumento de complexidade que acarreta o cérebro com 1500 cm3, com 10 milhões de neurónios e com 1014 de sinapses.
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Uma diferença fundamental entre os organismos vivos, concebidos como máquinas naturais, e as máquinas artificiais, mesmo as mais aperfeiçoadas, como os computadores, construídos pelo homem, diz respeito à desordem, ao “ruído”, ao erro».
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Edgar Morin, O Paradigma Perdido: A Natureza Humana, Publicações Europa-América, 1988, p. 112.

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