As imagens de Roque Gameiro vêm do site Tribo dos Pincéis
O Arco Escuro
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 27, 1925.
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O Arco de Jesus
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 15, 1925.
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Rua de São João da Praça
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Travessa de São João da Praça, Vista de cima
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 34, 1925.
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Rua da Judiaria
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 61, 1925.
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Rua da Judiaria, Azulejo do Arco do Rosário e Fonte do Poeta

Poema de António Boto:
«Nesta fonte que fala na surdina
De qualquer coisa que eu não sei ouvir
Matei agora mesmo a minha sede
E sentei-me ao é dela a descansar.
Não havia no ar mais do que a luz
Finíssima da tarde num adeus...
Uma luz moribunda e solitária
A despedir-se frágil pelos céus.
E à medida que a luz se diluia
Nas sombras que nascem lentamente
A fonte no silêncio mais se ouvia,
Mais límida, mais ura e mais presente...
Anoitece. Ninguém. Só a voz dela
Só essa voz ao longe num desmaio
O timbre vivo e pálido de um grito
Levantei-me. Deixei-a. Tristemente
Acendeu-se uma estrela no infinito».
-Retiro da Coxa
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Largo das Alcaçarias
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Beco dos Cortumes
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 81, 1925.
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Junto à Igreja e Largo de São Miguel
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Pátio de uma casa na Rua de Castelo Picão
Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 23, 1925.
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Ermida dos Remédios

Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 82, 1925.
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Calçadinha de Santo Estevâo
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Arco de Santo Estêvão, Vista de baixo
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Por Santo Estêvão
«DA CONGREGA-/ÇAÕ DE N. S.RA/ DA DOUTRINA/ DE LX -ANNO/ DE 1739»
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Rua do Vigário
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Escadinhas dos Remédios, vista de cima

Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 17, 1925.
-Beco do Belo
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Para saber mais: Câmara Municipal da Amadora.







































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