quinta-feira, 25 de junho de 2026

Passeio por Alfama, inspirado pela "Lisboa Velha" de Roque Gameiro (1925-2026)

As imagens de Roque Gameiro vêm do site Tribo dos Pincéis

O Arco Escuro




Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 27, 1925.
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O Arco de Jesus


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 15, 1925.
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Rua de São João da Praça



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Travessa de São João da Praça, Vista de cima


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 34, 1925.
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Rua da Judiaria


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 61, 1925.
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Rua da Judiaria, Azulejo do Arco do Rosário e Fonte do Poeta






Poema de António Boto:

«Nesta fonte que fala na surdina
De qualquer coisa que eu não sei ouvir
Matei agora mesmo a minha sede
E sentei-me ao é dela a descansar.

Não havia no ar mais do que a luz
Finíssima da tarde num adeus...
Uma luz moribunda e solitária
A despedir-se frágil pelos céus.

E à medida que a luz se diluia
Nas sombras que nascem lentamente
A fonte no silêncio mais se ouvia,
Mais límida, mais ura e mais presente...

Anoitece. Ninguém. Só a voz dela
Só essa voz ao longe num desmaio
O timbre vivo e pálido de um grito
Levantei-me. Deixei-a. Tristemente
Acendeu-se uma estrela no infinito».
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Retiro da Coxa

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Largo das Alcaçarias

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Beco dos Cortumes


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 81, 1925.
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Junto à Igreja e Largo de São Miguel



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Pátio de uma casa na Rua de Castelo Picão


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 23, 1925.
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Ermida dos Remédios






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Largo do Chafariz de Dentro


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 82, 1925.
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Calçadinha de Santo Estevâo

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Arco de Santo Estêvão, Vista de baixo


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 39, 1925.
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Por Santo Estêvão



«DA CONGREGA-/ÇAÕ DE N. S.RA/ DA DOUTRINA/ DE LX -ANNO/ DE 1739»
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Rua do Vigário

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Escadinhas dos Remédios, vista de cima


Alfredo Roque Gameiro, Lisboa Velha, Est. 17, 1925.
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Beco do Belo




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