segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Verão (na Pintura dos Séculos XVIII e XIX)

François Boucher, A Summer Pastoral (1749, Wallace Collection, Londres)
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Jerome Thompson, Noonday in Summer (1852, Mint Museums)
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Sanford Robinson Gifford, Indian Summer (1861)
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Pierre Auguste Renoir, The Gypsy Girl (Summer) (1868, Staatliche Museen zu Berlin)
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Winslow Homer, Backyard, Summer (c. 1871-1879)
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Camille Pissarro, Edge of the Woods or Undergrowth in Summer (1879, The Cleveland Museum of Art)
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Alfred Sisley, The Chemin de By through Woods at Rouches-Courtaut, St. Martin's, Summer (1880, Montreal Museum of Fine Arts)
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Thomas Worthington Whittredge, Freshwater Pond in Summer - Rhode Island
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Alexander Helwig Wyant, A Summer Haunt
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Paul Cezanne, Farm in Normandy, Summer (Hattenville) (c. 1882)
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William Merritt Chase, The Fairy Tale (A Summer Day)
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William St. John Harper, Mid-Summer, East Hampton, New York (1893)
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John Joseph Enneking, A Summer Afternoon (1895)
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Edward Potthast, A Summer Vacation

domingo, 28 de julho de 2013

2013

Florentijn Hofman, Floating Duck Sculpture – “Spreading Joy Around the World” (Link)
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sábado, 27 de julho de 2013

2012

Peter E. Poskas, III, Apples and Sky (Link)
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sexta-feira, 26 de julho de 2013

2011

Elisabeth Kruger, Watery (Link).
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Uma canção de Novembro de 2010 e que andou nos tops em 2011

quinta-feira, 25 de julho de 2013

2010

Victoria Reichelt, Unpacking My Library (Link).

quarta-feira, 24 de julho de 2013

2009

Andrew Jones, Brooklyn Heights Railings (Link - Still Life Quick Art)
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«What we think we know - is that there's some kind of electrochemical communication between the roots of the trees. Like the synapses between neurons. Each tree has ten to the fourth connections to the trees around it, and there are ten to the twelfth trees on Pandora...»
(IMDB)

terça-feira, 23 de julho de 2013

2008

Um quadro:
Susan Homer, Blackberries (Link).
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Um livro:
«Os animais de grande porte 
girafas, elefantes, hipopótamos, rinocerontes
andam numa correria de lá para cá e de cá para lá.
Tudo isto porque chegou à selva o Cuquedo.
O Cuquedo é muito assustador, prega sustos a quem estiver parado no mesmo lugar.
Mas quem é o Cuquedo?»
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Ilustração de Paulo Galindro (Link )
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Um filme:
«This is called farming! You kids are gonna grow all kinds of plants! Vegetable plants, pizza plants. Oh, it's good to be home!» (Link)
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Uma canção:
«Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti».
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segunda-feira, 22 de julho de 2013

2007 - Com algumas divagações a (des)propósito...

João Pedro Vale, 20$ (Link)

Para mim, a arte tem uma grande componente de criatividade. Esta é certamente uma verdade para a arte actual, mas creio que também era para a arte do passado.
A execução tem ainda relevância, mas tornou-se menos relevante sobretudo desde a Revolução Industrial. As máquinas são boas "executantes", por isso, com o avanço da técnica, tornou-se mais importante o pensamento de quem concebe o objecto. Em contrapartida, as ideias, mesmo as melhores, se não tiverem execução ou se forem mal executadas, não servem de grande coisa.

Two Makes the Difference (Link)

A arte não tem necessariamente de ser bela e mesmo que a solução estética não seja bela, isso não invalida o processo criativo. O processo criativo tem é de corresponder à aspiração do artista que concebe a obra. A beleza, por si só, até pode ser aborrecida, se não tiver qualquer conteúdo. E, por outro lado, a reprodução excessiva de obras de arte, mesmo as mais belas, acaba por torná-las banais.
Mitsuhiro Okamoto, BATTA mon LV (Link)

No que respeita às réplicas, a criatividade estará necessariamente na peça original - por isso tem maior valor. No entanto, não creio que haja algum impedimento, mesmo nos dias de hoje, em que o artista se inspire na arte do passado e adopte soluções estéticas do passado. Contudo, esse artista poderá arriscar-se a ser desvalorizado pela crítica. Mas, se essas soluções corresponderem ao seu "credo", então são legítimas, pelo menos para ele. Julgo que se a inovação é cada vez mais requerida aos artistas, a obrigação actual de estar em permanente inovação também pode tornar-se cansativa.

Maggie Stiefvater, Portrait of the Artist as a Young Cat (Link)

Tudo é legítimo em arte? Em teoria sim, mas não se pode assumir que as pessoas são obrigadas a aceitar as propostas dos artistas só porque são inovadoras. As formas de expressão humana são múltiplas. Nada obriga um artista a expressar-se pelos meios tradicionais das Belas Artes. Parece-me igualmente que não devemos ser obrigados a seguir um canône erudito - quer como criadores, quer como espectadores. Temos é que, como já dizia Ramalho Ortigão (em1884)*, de ser sinceros com nós próprios. Se, não devemos aceitar tudo sem questionar, julgo que podemos ter alguma ingenuidade e capacidade de nos maravilharmos. A ingenuidade pode ser uma excelente lufada de ar fresco. O imaginário infantil é, na minha opinião, uma boa fonte de criatividade. Para as crianças tudo é novidade, tudo pode ser verdade, o que permite a quem trabalha com elas entrar em mundos verdadeiramente extraordinários. Por fim, os mundos do "faz de conta" são cada vez mais explorados mesmo em trabalhos para os adultos, como, por exemplo, na ficção científica e no fantástico.

John Hobson (Link)

Julgo que vivemos tempos eclécticos e vão surgindo novidades, nomeadamente devido ao avanço da ciência, porque as máquinas e os novos materiais (por exemplo os plásticos e outros derivados de petróleo) permitem criações totalmente novas. Contudo, mesmo na cultura do passado e na cultura tradicional (ou popular) podem encontrar-se espaços de inovação - como é o caso da environmental art, por exemplo. A partir do passado podem abrir-se caminhos novos.
Foi a criatividade que permitiu ao Homem adaptar-se à realidade ambiente e o tornou superior (intelectualmente) aos outros animais. Sem criatividade (aí incluindo a arte e a ciência, a imaginação e a tecnologia), a sociedade humana actual não existiria - nem para o bem, nem para o mal. Sem criatividade não existiriam obras de arte, nem casas, nem cinema, nem televisão, nem medicina, nem água canalizada, nem electricidade, nem vestuário, ... nem sequer o domínio do fogo. Mas também não existiriam problemas ecológicos, nem bombas atómicas. Será certamente com criatividade que resolveremos os problemas que nós próprios criámos. Creio (e espero) firmemente nisso. Mas a criatividade deverá estar aliada à sensibilidade de modo a criar algo realmente humano e belo, que pode proporcionar uma sociedade melhor. penso que a arte poderá ter um papel importante neste campo.



* De acordo com o que Ramalho Ortigão escreveu nas Farpas, em 1884, sob o pseudónimo de «Simplício Feijão», a escolha do assunto passava a ser livre e o artista só deveria ter como regras, para além da lealdade à natureza, a fidelidade à sua «própria comoção, ser exacto e ser sincero». Cf. Ramalho Ortigão, (1884) 1943, «Ao Sr. António Calmels, sob o pseudónimo de Simplício Feijão», in Ramalho Ortigão, 1943, As Farpas, Lisboa, Livraria Clássica Editora, vol. II, pp. 266-270.

domingo, 21 de julho de 2013

2006

Nancy Agati (Link)
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sábado, 20 de julho de 2013

2005

Ron Terada, Stay Away from Lonely Places (Link)
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Susan Pevensie: [about Lucy] She thinks she's found a magical land... In the upstairs wardrobe.
Professor Kirke: [eyes widening, he rushes to the children] What did you say?
Peter Pevensie: Um, the wardrobe. Upstairs. Lucy thinks she's found a forest inside.
Susan Pevensie: She won't stop going on about it.
Professor Kirke: What was it like?
Susan Pevensie: Like talking to a lunatic.
Professor Kirke: No, no, no. Not her, the forest!
Susan Pevensie: [stares] You're not saying you believe her?
Professor Kirke: You don't?
Susan Pevensie: But, of course not. I mean, logically it's impossible.
Professor Kirke: What do they teach in schools these days?
(IMDB)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

2003

Em 2003, um caminho proposto por Sabina Lang e Daniel Baumann (Link)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

2002

Joana Vasconcelos, Pega # 1 (Link).
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Uma canção

Uma canção de um filme musical

segunda-feira, 15 de julho de 2013

2000

Eric Oberhauser, Unity of Encircling Hands (Link)
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Mal comecei a pensar no ano 2000, ocorreu-me este sketch do Late Night with Conan O'brien. Na altura até gostava mais do Jay Leno, nomeadamente dos Jaywalking, mas o Conan O'Brien também era bem divertido. Neste sketch aparece David Duchovny, protagonista dos X-Files, programa que eu adorei ver e que começou em 1993.


Quando penso no ano 2000, recordo igualmente um livro de que gostei muito de Georges Duby - Ano 1000-Ano 2000 (1999). Por outro lado, no mesmo ano 2000, surgiram vários filmes que aprecio, entre os quais escolho Crouching Tiger, Hidden Dragon de Ang Lee. Canções que gostei houve muitas, mas também selecciono apenas uma: Rome wasn't built in a Day dos  Morcheeba.


sábado, 13 de julho de 2013

1998

Richard Estes, Train (Smithsonian American Art Museum, Washington - Link)
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sexta-feira, 12 de julho de 2013

1997

Malcolm Morley, White Cloud (Emilio Mazzoli Galleria d'Arte Contemporanea, Modena - Link).
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Nauta

Ao mar me fiz. Ao mar do ignorado
desejo de encontrar outras distâncias.
Tracei rotas de sol rumos de espanto
e parti insensato à aventura
as velas enfunadas o vento de feição.

No cais da despedida meu cansaço
ficou aquietado.Me fiz assim ao mar.
O que irá encontrar meu louco coração?
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João Mattos e Silva, Marítimo Caminho (Link).
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quinta-feira, 11 de julho de 2013

1996

Roy Lichtenstein, Landscape in Fog (Link).
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Para 1996, fica uma paisagem de Roy Lichenstein (1923-1997) - desconhecia que ele pintara paisagens -, artista que teve agora uma exposição retrospectiva na Tate Gallery, em Londres. Para o acompanhar, fica uma música de Jorge Palma, que em 1996 editou uma colectânea com o título Deixa-me rir  - a canção é de 1985.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

1995

Armando Rito, Ponte Vasco da Gama em Lisboa (Link)
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Para 1995, uma ponte (porque gosto de pontes) que começou a ser construída neste ano (terminada em 1998) e duas canções que são também da minha preferência.



terça-feira, 9 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

1993

Manuel Amado, Recanto com escadote (CAM - Link)
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«Time is the clarity for seeing right and wrong».
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Alan Lightman, Einstein's Dreams (ainda de 1992 mas publicado em Portugal em 1994 - no meio fica o lapso de tempo de 1993, que corresponde à data que a Wikipedia portuguesa atribui a este livro, não percebi porquê - mistérios da internet...)
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Por fim, aqui recordo os Nirvana, em 1993, com uma canção de 1991

1992

Jeff Koons, Puppy (Museu Guggenheim, Bilbao - Link)
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Bruce Springsteen em 1992, num programa da MTV que teve a sua primeira temporada em 1989

domingo, 7 de julho de 2013

1991

Fernando Calhau (CAM - Link).
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Uma canção


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Um filme

sábado, 6 de julho de 2013

1990

Paula Rego, O Tempo - Passado e Presente (CAM - Link).
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Uma música do passado, que foi reeditada em 1990 (Link)


Uma música de 1990

sexta-feira, 5 de julho de 2013

1989

Em 1989 acabava a Guerra Fria e era derrubado o muro de Berlim (Link). Nesse mesmo ano surgiu um desenho animado que alterava a lógica do género: Os Simpsons.


Ainda nesse ano surgiram vários filmes de que gosto muito. Uns tinham fins trágicos, mas uma mensagem muito bela, com as Flores de Aço - «I would rather have thirty minutes of wonderful than a lifetime of nothing special» - e o Clube dos Poetas Mortos - «Carpe Diem»Outro, em contrapartida, é bastante cómico e com dois actores que aprecio bastante, Billy Crystal e Meg Ryan:


Outro, é o terceiro filme da saga de Indiana Jones. Adorei Os Salteadores da Arca Perdida (1981) e também esta Cruzada pelo Graal - que tem a vantagem de abordar um tema que sempre me fascinou - a demanda do Graal - e ter também, além de Harrison Ford, a representação de Sean Connery, um dos meus actores preferidos.
Deixo aqui ainda imagens de outro filme, de 1989, que me marcou bastante, as Histórias de Nova Iorque, contadas por três excelentes realizadores: Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen . O excerto do filme que escolhi é precisamente do filme de Woody Allen.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

1988

Emília Matos e Silva (Link).
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«As coisas simples são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las». 
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Paulo Coelho, O Alquimista (Link).
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

1987

Cyril Bourquin (CAM - Link).
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Para 1987, as minhas escolhas recaem numa pintura em tons de azul de Cyril Bourquin (n. 1930) que acho que se conjuga bem com o dia de Verão e céu azul que faz hoje. Este é o aperitivo.
A acompanhá-la, vêm três canções de que gosto bastante, mas com pouco (ou nada) em comum - qualquer semelhança entre elas é pura coincidência.
Noto apenas nos videos - sempre gostei imenso do video dos New Order, continuo a achar extraordinário o look vanguardista dos The Cure (banda formada em 1976!) e fiquei estarrecida a olhar para os Guns N' Roses em 1987 - todos tão novos - é inacreditável como o tempo passa, mesmo quando não nos apercebemos disso.





terça-feira, 2 de julho de 2013

1986 - Os "Pós Modernos"

Damien Hirst, Spot Painting (Link).
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«... depois da V2 DDT PBX 
Ketchup K7 kleenex kitchenette duplex 
Twist again colourful wonderful 
Chegou o T2-T4 c/garagem pró P2 turbo sound disco sound discussão ? 
Video-Club joy stick midi high-tech squash & sauna
Compact D (compre aqui?)...».
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(GNR, Pós Modernos - Link).

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«you could have a steam train
if you'd just lay down your tracks
you could have an aeroplane flying
if you bring your blue sky back.
All you do is call me
I'll be anything you need».
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(Peter Gabriel, Sledgehammer - Link).

segunda-feira, 1 de julho de 2013

1985

 
Caetano Fracaroli, Sun Dial (Relógio Solar) (MAC-USP, (Museo de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Brasil - Link).
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«- Wait a minute, Doc. Ah... Are you telling me that you built a time machine... out of a DeLorean?
-The way I see it, if you're gonna build a time machine into a car, why not do it with some style?»
(Link)

domingo, 30 de junho de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

1982

Eduardo Salvatore, Projeção (1982 - Link).
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- He's a man from outer space and we're taking him to his spaceship.
- Well, can't he just beam up?
- This is reality, Greg.
(E.T.link)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

1981

Brian Eno e David Byrne, My Life in the Bush of Ghosts (The Museum of Modern Art - link).
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«Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence...»
(link)

domingo, 23 de junho de 2013

1980

Um brinquedo: o cubo de Rubiks, que me deu cabo da paciência e nunca consegui resolver (link da imagem).
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Dois filmes:
Um que ainda gosto muito

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Outro que acho mais datado, mas gostei muito, no seu tempo 
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Por fim, quase me ia esquecendo (!), uma das melhores séries de sempre, Cosmos, de Carl Sagan

sábado, 22 de junho de 2013

1979

Manuel Cargaleiro, Lua e silêncio (link).
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«There are times when all the world's asleep,
the questions run too deep
for such a simple man.
Won't you please, please tell me what we've learned
I know it sounds absurd
but please tell me who I am»
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Supertramp, The logical song (link):

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Um pouco de loucura:
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E mais um pouco de nostalgia:

sexta-feira, 21 de junho de 2013

1978

Uma bela ponte e uma bela vista de Lisboa (link).
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«Era uma vez... O Homem» - a série de animação que marcou mais a minha infância - contando ainda com os seus temas posteriores (link):
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Um dos meus artistas preferidos e o meu querido planeta, Caetano Veloso, Terra (link):
«Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...»

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E, para a Sandra, o J.T. em 1978:

quarta-feira, 19 de junho de 2013

1976

Mais uma vez, diferentes e distintas expressões do mesmo ano.

Na pintura, um dos meus pintores preferidos, ainda activo nesta época - Joan Miró, Paisaje (Link):


Na música, um cantor e uma música de que gosto bastante:


E, no cinema, uma comédia. Gosto de comédias, de Mel Brooks e adoro este filme:

terça-feira, 18 de junho de 2013

1975

Nikias Skapinakis, Delacroix no 25 de Abril em Atenas (1975, Link)
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Michel Foucault, Surveiller et punir. Naissance de la prison
Gallimard, Paris, 1975 (Link).
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«Historicamente, o processo pelo qual a burguesia se tornou no decorrer do século XVIII a classe politicamente dominante, abrigou-se atrás da instalação de um quadro jurídico explícito, codificado, formalmente igualitário, e através da organização de um regime de tipo parlamentar representativo. Mas o desenvolvimento e a generalização dos dispositivos disciplinares constituíram a outra vertente, obscura, desse processo. A forma jurídica geral que garantia um sistema de direitos em princípio igualitários era sustentada por esses mecanismos miúdos, cotidianos e físicos, por todos esses sistemas de micropoder essencialmente inigualitários e assimétricos que constituem as disciplinas».
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domingo, 16 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

1972

Ângelo de Sousa (1972, Link).
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«It's gonna be a bright sunshiny day».

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Um ano por dia ... 1971

Maluda, Tejo I (1971, Link).
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Nostalgia:
«Those were the days»

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Utopia:
«Imagine all the people living life in peace»

quinta-feira, 13 de junho de 2013

No correr do tempo... 1970

Lisboa, Castelo S. Jorge, 1970 (Link)
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