sábado, 15 de março de 2014

Gatos em fotografia

Harry Pointer (c. 1880)
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Edward Weston, Johnny (1944)
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Brassaï, Concierge (1946)
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Philippe Halsman, Salvador Dali A (Dali Atomicus) (c. 1948)
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Willy Ronis, La Fenêtre, Paris (1954)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Para o Dia do Pi

M.C. Escher, Circle Limit with Butterflies (1950)
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«- You're telling me there's a message in eleven dimensions hidden deep inside the number pi? Someone in the universe communicates by ... mathematics? But ... help me, I'm really having trouble understanding you. Mathematics isn't arbitrary. I mean pi has to have the same value everywhere. How can you hide a message inside pi? It's built into the fabric of the universe.
- Exactly - She stared at him».
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Carl Sagan, Contact (1981).

quinta-feira, 13 de março de 2014

A Forma Justa

Paul Klee, Dream City (1921)
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A Forma Justa

Sei que seria possível construir o mundo justo 
As cidades poderiam ser claras e lavadas 
Pelo canto dos espaços e das fontes 
O céu o mar e a terra estão prontos 
A saciar a nossa fome do terrestre 
A terra onde estamos — se ninguém atraiçoasse — proporia 
Cada dia a cada um a liberdade e o reino 
— Na concha na flor no homem e no fruto 
Se nada adoecer a própria forma é justa 
E no todo se integra como palavra em verso 
Sei que seria possível construir a forma justa 
De uma cidade humana que fosse 
Fiel à perfeição do universo 

Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco 
E este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo 
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Adenda para as árvores em flor





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Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian (Março de 2014)

quarta-feira, 12 de março de 2014

A propósito de coisa nenhuma

Gottfrid Kallstenius, Place of Meeting
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«The strongest of all warriors are these two — Time and Patience.»
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)

terça-feira, 11 de março de 2014

As árvores em flor

Silva Porto, Macieiras em Flor (1880-1893, Museu Grão Vasco)
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Early Spring

Once more the Heavenly Power
Makes all things new,
And domes the red-plowed hills
With loving blue; 
The blackbirds have their wills,
The throstles too.

Opens a door in Heaven; 
From skies of glass
A Jacob's ladder falls
On greening grass, 
And o'er the mountain-walls
Young angels pass.

Before them fleets the shower,
And burst the buds, 
And shine the level lands,
And flash the floods;
The stars are from their hands
Flung through the woods,

The woods with living airs
How softly fanned,
Light airs from where the deep,
All down the sand,
Is breathing in his sleep,
Heard by the land.

O, follow, leaping blood,
The season's lure!
O heart, look down and up,
Serene, secure, 
Warm as the crocus cup,
Like snow-drops, pure!

Past, Future glimpse and fade
Through some slight spell,
A gleam from yonder vale, 
Some far blue fell; 
And sympathies, how frail,
In sound and smell!

Till at thy chuckled note,
Thou twinkling bird,
The fairy fancies range,
And, lightly stirred,
Ring little bells of change
From word to word.

For now the Heavenly Power
Makes all things new,
And thaws the cold, and fills
The flower with dew;
The blackbirds have their wills,
The poets too. 

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Falcão Trigoso, Amendoeiras (Museu de José Malhoa)
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Ferdinand Hodler, Cherry Tree in Bloom (1905)

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Sarah Afonso, Primavera (Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea)

segunda-feira, 10 de março de 2014

Rosas

Martin Schongauer, Madonna of the Rose Bower (1473, St.Martin, Colmar)
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Rosa sem Espinhos

Para todos tens carinhos, 
A ninguém mostras rigor! 
Que rosa és tu sem espinhos? 
Ai, que não te entendo, flor! 

Se a borboleta vaidosa 
A desdém te vai beijar, 
O mais que lhe fazes, rosa, 
É sorrir e é corar. 

E quando a sonsa da abelha, 
Tão modesta em seu zumbir, 
Te diz: «Ó rosa vermelha, 
» Bem me podes acudir: 

» Deixa do cálix divino 
» Uma gota só libar... 
» Deixa, é néctar peregrino, 
» Mel que eu não sei fabricar ...» 

Tu de lástima rendida, 
De maldita compaixão, 
Tu à súplica atrevida 
Sabes tu dizer que não? 

Tanta lástima e carinhos, 
Tanto dó, nenhum rigor! 
És rosa e não tens espinhos! 
Ai !, que não te entendo, flor. 

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Henri Fantin-Latour, Rose Trees White Roses (1875)
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John William Waterhouse, The Soul of the Rose (1908)
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Maria Eduarda Lapa, Rosas (Museu de José Malhoa)
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Paul Klee, Rose garden (1920, Lenbachhaus)

sábado, 8 de março de 2014

Mais umas...


Eva Gonzalès, Morning Awakening (c. 1876)

E violetas (para o Dia da Mulher)

Ferdinand Georg Waldmüller, The Violet Girl
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Albrecht Durer, Violet Bouquet
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D. Maria Pia, Ramo de flores (c. 1863, Palácio Nacional da Ajuda)
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Edouard Manet, Bouquet of violets (1872)
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Chávena de Chá Limoges (c. 1900)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Morangos...

Rafael Bordalo Pinheiro, Taça com tampa (1901-1910, Museu Nacional do Azulejo)
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Sébastien Stoskopff, Jatte de Fraises (c. 1620)
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Jean-Baptiste-Simeon Chardin, Strawberry Basket (c.1760)
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Joseph Decker, Strawberries (c. 1883)
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Constantin Stahi, Still Life With Strawberries (1905)
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Lucian Freud, Strawberries (1952)
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Susan Homer, Strawberries (2012)
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Jacek Yerka, Strawberry garden

quinta-feira, 6 de março de 2014

Hipnotismo

E. M. de Melo e Castro, Hipnotismo (1962)
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«Mesmo um exame superficial da história revela que nós, seres humanos, temos uma triste tendência para cometer os mesmos erros repetidas vezes. Temos medo dos desconhecidos ou de qualquer pessoa que seja um pouco diferente de nós. Quando ficamos assustados, começamos a ser agressivos para as pessoas que nos rodeiam. Temos botões de fácil acesso que, quando carregamos neles, libertam emoções poderosas. Podemos ser manipulados até extremos de insensatez por políticos espertos. Dêem-nos o tipo de chefe certo e, tal como o mais sugestionável paciente do terapeuta pela hipnose, faremos de bom grado quase tudo o que ele quer - mesmo coisas que sabemos serem erradas». 
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Neve na Serra da Estrela

«(...) Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu! (...)»
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Voltei à Serra, com neve, ao fim de cerca de 30 anos. Tinha saudades!

terça-feira, 4 de março de 2014

Marcha de Carnaval

Rene Magritte, The triumphant march (1947)
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«Que ideia a de que no Carnaval as pessoas se mascaram. No Carnaval desmascaram-se.»
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Isolino Vaz, Carnaval (Museu José Malhoa)

sábado, 1 de março de 2014

Março

Irmãos Limbourg, Très Riches Heures du Duc de Berry (1412-1416, Musée Condé, Chantilly)
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António de Holanda (atribuído), Calendário (mês de Março), Livro de Horas (1517-1551, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Oficina de Simon Bening, Calendário (mês de Março), Livro de Horas (1530-1534, Museu Nacional de Arte Antiga)
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Francesco del Cossa, Allegory of March: Triumph of Minerva (1476-1484, Palazzo Schifanoia, Ferrara)
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Edward Burne-Jones, The March Marigold (c.1870)
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Camille Pissarro, March Sun, Pontoise (1875, Kunsthalle, Bremen)