Pintura de Giovanni Bellini, A Apresentação no Templo (c. 1459, Galleria Querini Stampalia, Veneza).Este blogue é pessoal e sem fins lucrativos. Se sentir que eu estou a infringir os seus direitos de autor(a) agradeço que me contacte de imediato para eu remover o referido conteúdo: elias.margarida@gmail.com / This blogue is a non-profit and personal website. If you feel that your copyright has been infringed, please contact me immediately: elias.margarida@gmail.com
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Bellini: A Apresentação no Templo
Pintura de Giovanni Bellini, A Apresentação no Templo (c. 1459, Galleria Querini Stampalia, Veneza).quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
A liberdade
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Kant.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
A perspectiva
Pintura de Piero della Francesca, The Flagellation (c. 1460, Galleria Nazionale delle Marche, Urbino).quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O primeiro dos dias
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A natureza e a arte
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Magnificat
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
A obediência
Pintura de Hokusai, The Great Wave at Kanagawa (c. 1830-1832, Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque).quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Liberdade
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Cristo no Monte das Oliveiras
Numa noite de Primavera, estando Jesus a jantar com os apóstolos, previne-os que essa refeição será a última que tomarão juntos. O grupo segue depois para Gethsemani, olival situado no sopé do monte das Oliveiras. Enquanto dormem, Jesus é tomado subitamente de uma grande angústia quanto ao futuro que o espera. Cheio de dúvidas, enfrenta sozinho o seu destino. Mas, graças à oração, ganha coragem e determinação. Desperta os amigos, exorta-os a rezar também, único meio de superar as piores provações, e anuncia-lhes que Judas se aproxima...
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Baseado em Pierre Chavot e Jean Potin.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A caixa de fósforos
Pintura de Georges de La Tour , Le Nouveau-Né (Rennes, Musée des Beaux-Arts).---
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Mundos imaginados

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O mundo alheio é aquele onde cada um não deseja viver.
E se o mundo onde cada um deseja viver não existe, é único o recurso:
imaginá-lo e ir por ele.
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Almada Negreiros, citado por Helen Exley.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Ressurreição
Ressuscitar quer dizer despertar, erguer-se de entre os mortos, voltar à vida, estar vivo.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Autorretrato

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Para ser grande
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
O rosto
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A beleza
Pintura de Vermeer, La Dentelliere (Museu do Louvre, Paris).---
En effet, il est plus beau d’éclairer que de briller seulement ; de même est-il plus beau de transmettre aux autres ce qu’on a contemplé que de contempler seulement.
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São Tomás de Aquino.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Existir
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
A Primavera

domingo, 25 de janeiro de 2009
O rosto das coisas

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Friedrich Piel.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Ver

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Responso de Santo António
Rompe-se a dura prisão,
E no auge do furacão
Cede o mar embravecido.
Rompe-se a dura prisão,
E no auge do furacão
Cede o mar embravecido.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"Em cada bloco de mármore vejo uma estátua"
Desenho de Michelangelo, Nu masculin, vu de face (1505-1506, Museu do Louvre, Paris).---
Em cada bloco de mármore vejo uma estátua;
vejo-a tão claramente como se estivesse na minha frente,
moldada e perfeita na pose e no efeito.
Tenho apenas de desbastar as paredes brutas
que aprisionam a adorável aparição
para revelá-la a outros olhos como os meus já a vêem.
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Michelangelo.
http://pt.wikiquote.org/wiki/Michelangelo_Buonarroti
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Retrato da Luísa
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Nos anos 1860 surge também o instantâneo fotográfico que reduz a nada o tempo de pose, permitindo assim descobrir o mecanismo do movimento (...).
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Laurence Madeline.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
O Homem Vitruviano
G. Champeaux.
domingo, 18 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O Graal
Pintura de Sir Edward Burne-Jones, The Dream of Launcelot at the Chapel of the San Graal (1895-1896, Southampton City Art Gallery - Inglaterra).Pierres precieuses avoit
el graal de maintes menieres,
des plus riches et des plus chieres
qui an mer ne an terre soient ;
totes autres pierres valoient
celes del graal sanz dotance...
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Chrétien de Troyes.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
O Claustro da Badia de Florença

Numa época decisiva do primeiro Renascimento, no mosteiro da Badia, situado no coração de Florença e então dirigido pelo Abade D. Frei Gomes, natural de Lisboa, um artista português – Giovanni di Gonsalvo ou João Gonçalves – executa um conjunto de pinturas a fresco sobre a vida de S. Bento, considerado um dos momentos mais altos da pintura florentina daqueles anos (1436-1439).
O Abade Gome foi responsável por uma série de obras destinadas a aumentar o espaço destinado aos monges e aos seus hóspedes. Não podendo promover a expansão horizontal do mosteiro, viu-se obrigado a fazê-lo crescer em altura, o que exigiu a transformação de várias estruturas. O claustro superior deve ter sido construído no decorrer de 1435 e 1436. Na primavera deste último ano estava em condições de receber a decoração que o abade Gomes lhe destinara.
Durante muito tempo, interrogaram-se os estudiosos da História da Arte sobre a identidade e a preparação do autor das pinturas a fresco que enriquecem este claustro com a representação da vida de S. Bento. Giovanni Poggi deu-se conta de um numeroso conjunto de referências à presença e à actividade de um pintor português, chamado Giovanni di Gonsalvo, nas obras da Badia, entre 1435 e 1439. Confirmando a informação documental, Marco Chiarini defendeu convictamente a origem portuguesa do autor dos frescos, a partir da sua pormenorizada análise estilística. “Giovanni di Ghonsalvo dipintore”, ou, dito em português, João Gonçalves pintor, aparece na Badia em Maio de 1436, quando as obras de construção doclaustro se aproximavam do termo. Por uma referência de 6 de Julho, sabemos que estava alojado no próprio mosteiro.
O conjunto das pinturas executadas por Giovanni di Gonsalvo no mosteiro dirigido por D. Frei Gomes constitui, no dizer de Carlo L. Ragghianti, um ciclo pictórico “que está entre os maiores da primeira metade de Quatrocentos em Florença”. Por volta de 1933, Ragghianti foi um dos primeiros a chamar a atenção para a importância deste ciclo e para a existência nele de aspectos que se afastavam daquilo que então se conhecia da pintura florentina daqueles anos. Os estudos efectuados por L. Berti e U. Baldini, em conjunto com a descoberta de uma referência documental que dá Giovanni di Portogallo como aluno do Angélico em Fiésole, em 1435.
Resumo do texto de António Matos Reis (2006).
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A Alma

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Fantin-Latour, citado por Jean-Jacques Lévêque.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Quinta do Alperce (Memórias)
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Memórias de Fernanda Matos e Silva.
in Três Gerações.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Meditação sobre os objectos
domingo, 11 de janeiro de 2009
Silves
Saúda, por mim, Abu Bakr,
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Natureza Morta: Frutos e Flores
Pintura de Josefa de Óbidos, Natureza Morta: Frutos e Flores (c. 1670, Palácio Nacional de Queluz - Fotografia: José Pessoa). -
domingo, 4 de janeiro de 2009
Ao Menino Deus em metáfora de doce
Pintura de Josefa de Óbidos, Natureza Morta com Doces e Barros (1676, Biblioteca Municipal Braamcamp Freire Santarém).– Quem quer fruta doce?
– Mostre lá! Que é isso?
– É doce coberto;
É manjar divino.
– Vejamos o doce,
E, depois que o virmos,
Compraremos todo,
Se for todo rico.
– Venha ao portal logo:
Verá que não minto,
Pois de várias sortes
É doce infinito.
Desculpa, minha alma.
– Mas ah! que diviso?
Envolto em mantilhas,
Um infante lindo!
– Pois de que se admira,
Quando este Menino
É doce coberto,
É manjar divino?
– Diga o como é doce,
Que ignoro o prodígio.
– Não sabe o mistério?
Ora vá ouvindo:
Muito antes de Santa Ana
Teve este doce princípio,
Porque já do Salvador
Se davam muitos indícios.
Mas na Anunciada dizem
Que houve mais expresso aviso,
E logo na Encarnação
Se entrou por modo divino.
Esteve pois na Esperança
Muitos tempos escondido.
Saiu da Madre de Deus,
Depois às Claras foi visto.
Fazem dele estimação
As freiras com tal capricho,
Que apuram para este doce
Todos os cinco sentidos.
Afirmam que no Calvário
Terá Seu termo finito,
Sendo que no Sacramento
Há-de ter novo artifício.
Que seja doce este Infante,
A razão o está pedindo,
Porque é certo que é morgado,
Sendo unigénito Filho!
Exposto ao rigor do tempo,
Quando tirita nuzinho,
Um caramelo parece
Pelo branco e pelo frio.
Tal doce é, que porque farte
Ao pecador mais faminto,
Será de pão com espécies,
Substancial doce divino.
É manjar tão soberano,
Regalo tão peregrino,
Que os espíritos levanta,
Tornando aos mortos vivos.
Tão delicioso bocado
Será de gosto infinito,
Manjar real, verdadeiro,
Manjar branco parecido!
Que é manjar dos Anjos, dizem
Talentos mui fidedignos,
Por ser pão-de-ló, que aos Anjos
Foi em figura oferecido.
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Atribuído a Jerónimo Baía, Fénix Renascida I
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Fantasia sobre Fausto
Texto de Margarida Elias.
Bibliografia: Jean-Jacques Levêque, Fantin-Latour.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
O Silêncio II
«(...) Une nature morte n'est jamais qu'une mélodie du monde visible. Elle pose le problème du silence dans le monde de la peinture (...).»
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Jean-Jacques Lévêque.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
A beleza interior
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Eu hei-de dar ao Menino
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Eu hei-de dar ao Menino
Uma fitinha pró chapéu;
E ele também me há-de dar
Um lugarzinho no céu.
Olhei para o céu,
Estava estrelado.
Vi o Deus Menino
Em palhas deitado.
Em palhas deitado,
Em palhas estendido,
Filho duma rosa,
Dum cravo nascido!
Encarnou a divina graça;
Entrou e saiu por ela
Como o sol pela vidraça.
Vamos a Belém,
Ver o Deus Menino
Que a Senhora tem;
Que a Senhora tem,
Que a Senhora adora.
Arre, burriquito
Vamos lá embora.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Presépio
sábado, 20 de dezembro de 2008
Little Drummer Boy
Come they told me, pa rum pum pum pum
A new born King to see, pa rum pum pum pum
Our finest gifts we bring, pa rum pum pum pum
To lay before the King, pa rum pum pum pum, rum pum pum pum, rum pum pum pum,
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Ave Maria
Ave Maria, gratia plena
Ave Maria
Ave Maria, gratia plena



























