Desde a Quinta do Visconde de Sacavém.
Entre poemas.
Até à cerâmica e a Rafael Bordalo Pinheiro.
Da Wikipedia:
José Joaquim Pinto da Silva (1863-1928), que também assinava José Joaquim Pinto da Silva Sacavém (para se distinguir do seu pai e do seu avô, e passando doravante a integrar o nome Sacavém como apelido de família), foi o 2.º Visconde de Sacavém.
(Aqui fica uma caricatura em cerâmica do Visconde, feita por Rafael Bordalo Pinheiro)
Era filho primogénito de José Joaquim Pinto da Silva e de Miquelina Francisca de Oliveira, tendo casado em 1 de Fevereiro de 1890 com Matilde Adelaide da Silva Amado (a qual foi retratada por Columbano).
(Aqui fica uma caricatura em cerâmica do Visconde, feita por Rafael Bordalo Pinheiro)
Era filho primogénito de José Joaquim Pinto da Silva e de Miquelina Francisca de Oliveira, tendo casado em 1 de Fevereiro de 1890 com Matilde Adelaide da Silva Amado (a qual foi retratada por Columbano).
Dedicou grande parte da sua vida ao trabalho de ceramista. Os seus trabalhos de cerâmica decorativa inscrevem-se, por exemplo, na linha de Bordalo Pinheiro, representando temáticas naturalistas. Também se distinguiu no esmaltar, vidrar e colorir da cerâmica, produzindo uma pasta de grande qualidade. Entregava-se a esta actividade, como mero amador, quer em pequenas instalações fabris situadas nas Caldas da Rainha, quer nas muflas que possuía no estúdio do seu palacete.
Possuiu uma quinta nas Caldas da Rainha (hoje chamada Quinta Visconde de Sacavém), cujo palacete romântico, rodeado de jardins, acolhe desde 1983, o Museu de Cerâmica em Caldas da Rainha.
Possuiu uma quinta nas Caldas da Rainha (hoje chamada Quinta Visconde de Sacavém), cujo palacete romântico, rodeado de jardins, acolhe desde 1983, o Museu de Cerâmica em Caldas da Rainha.









































