sexta-feira, 4 de junho de 2021

Em torno de São Vicente de Fora

Num breve passeio, Segunda-feira passada:

A fachada da Igreja de São Vicente de Fora.
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A fachada ocidental do mosteiro (ao fundo, o Panteão).

Um corredor.

Uma vista para o Panteão.

Uma vista para o Tejo.

O Arco Grande de Cima.

Uma fonte, que não merecia os caixotes do lixo.

Em direção à Graça, pela Rua da Voz do Operário, o edifício da Caixa Económica Operária.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Dia de Corpo de Deus

Jenaro Pérez Vilaamil, A Procissão do Corpus Christi dentro da Catedral de Sevilha (1835, Fundación Banco Santander)
 

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Em torno da Arte Contemporânea

Liubov Popova, Painterly Architectonic (1917, MoMA, Nova Iorque)
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Por razões do meu trabalho actual, tenho andado a ler sobre Arte Contemporânea, nomeadamente desde os anos de 1960 para cá. Embora goste de muitas das obras, há outras que me deixam menos interessada, o que me levou a refletir sobre o assunto. Há aspectos que quero deixar claros antes daquilo que vou escrever a seguir. Primeiro: tenho um gosto eclético, sempre tive. Gosto de arte de todas as épocas (e mesmo ao nível da música e do cinema interesso-me por muitos géneros). Acho a diversidade interessante e enriquecedora. Gosto de fazer relações com artistas diversos e de épocas diferentes. Gosto tanto de arte do Paleolítico (ou mesmo de objectos não artísticos dessa época) como de épocas posteriores. Tive uma professora no IADE (Helena Souto) que quando falava da passagem da arte romana para a arte bizantina dizia: «Não é melhor nem pior, é diferente». Segundo: gosto de arte abstracta, mesmo a minimalista, ou outras ainda mais conceptuais. E, quando vou exposições de arte contemporânea com o meu marido, ele, que até aprecia as obras mais experimentais, mais do que eu, tem chamado a minha atenção para trabalhos que eu talvez nem notasse, mas que são, de facto, interessantes (e gosto de Koons, apesar de já ter sido associado com o kitch). Terceiro: Acho algumas propostas de arte conceptual (e outras relacionadas) muito significativas e com bastante valor. 
Contudo, e depois deste preâmbulo, será que uma obra de arte pode ser considerada uma obra de arte se o seu valor só for significativo no seu contexto histórico e cultural? Se, num acaso qualquer extraordinário, a nossa civilização ocidental terminasse amanhã, e daqui a uns 1000 anos fossem descobertas obras desta época, actualmente em Museus, quais delas manteriam um valor de arte para os vindouros? Dito de outro modo, mesmo as pinturas de Lascaux são para mim belas, mesmo que eu não saiba o seu significado exacto. Certamente o mesmo é verdade, por mero exemplo, para a Vénus de Milo (mesmo sem braços) e para a Capela Sistina. Ou pinturas de Vermeer ou de Rembrandt. O seu significado é-me secundário, porque as acho visualmente, esteticamente, interessantes. Poderei dizer o mesmo de outras obras mais recentes? Francamente, julgo que Kandinsky é magnífico por si mesmo, mas o que será que pensariam civilizações que não conhecessem o contexto em que a obra foi feita? Será que é a minha formação em História da Arte que me faz apreciar a sua obra? E se isso é verdade para Kandinsky, Klee, ou mesmo Rothko, que se dirá da Fat Chair de Joseph Beuys? Ou da escultura invisível de Salvatore Garau, vendida por 15000 euros? (que eu acho um logro). Uma coisa é certa, a escultura de Garau nem existe - quem a comprou, adquiriu uma ideia. A escultura de Beuys, daqui a 1000 anos também não existirá talvez, porque tem de ser mantida a determinada temperatura. 
Mas a questão fica-me na mente: uma obra de arte só pode ser considerada como tal se for entendida desse modo pela (generalidade da) humanidade (culta?) independentemente do contexto em que foi concebida?

terça-feira, 1 de junho de 2021

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Afinidades LXI

Pyotr Konchalovsky, Siena (1912)
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Dordio Gomes, Casas de Malakoff - Paris (1923, Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto)

sexta-feira, 28 de maio de 2021

quinta-feira, 27 de maio de 2021

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Feliz Aniversário APS!

 
Katsushika Hokusai, Canari et pivoines (1834, Musée Guimet, Paris)
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Espero que o evento seja condignamente festejado, com votos de saúde e felicidade por muitos e bons anos!

Ainda sobre a paciência

Nicholas Roerich, Waiting (1927)
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“Now all you can do is wait. It must be hard for you, but there is a right time for everything. Like the ebb and flow of tides. No one can do anything to change them. When it is time to wait, you must wait.”
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Não tem muito a ver, mas ontem, a ver uma série de animação japonesa (Erased) aprendi uma palavra em japonês que achei muito bonita, Mirai (futuro) e que se escreve assim: 未来. Lembrei-me agora, nem sei bem porque razão.
Nota - Esta pintura de Roerich já aqui esteve em 2015.

terça-feira, 25 de maio de 2021

Citações

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Outro dia, numa série de televisão, The Falcon and the Winter Soldier (o cartaz está no IMDB) encontrei a seguinte frase, que achei inspiradora:

«Sometimes, there's nothing to do until there's something to do.
That's bizarrely wise».
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Um pouco a propósito. Há uns dias, perguntei ao meu marido qual foi o último filme que ele teve mais prazer em ver no cinema, e descobri que ambos estávamos de acordo: Avengers: Endgame. Aliás, tem uma história que ocorre antes daquela que é desenvolvida na série acima referida. Ainda um pouco a propósito, descobri que hoje é Dia do Orgulho Nerd, que surgiu em Espanha, em 2006, sob o nome de Día del Orgullo Friki.

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Afinidades LX

Henri Fantin-Latour, Un Atelier ax Batignolles (1870, Musée d'Orsay, Paris)
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William Orpen, Homage to Manet (1909, Manchester Art Gallery)

domingo, 23 de maio de 2021

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Para o meu irmão, que faz anos hoje!

Com votos de tudo de bom e do melhor!
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Mary Ellen Johnson, Big Strawberry Shortcake (2010)
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«A party without cake is really just a meeting».
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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Redescobertas (?)

Hieronymus Bosch, Painel central do Tríptico do Juízo Final (1482, Academia de Belas-Artes de Viena)
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Ontem, no Joker (RTP 1) a última pergunta era sobre O Juízo Final de Bosch, de que eu já não me lembrava nada - o que me deixou frustrada, porque eu gosto de saber (quase) tudo sobre História da Arte, entre o que me interessa saber e o que consigo memorizar, especialmente quando são artistas que eu aprecio.
Acresce que, em contrapartida, eu sabia as respostas às perguntas de História. Valha-nos isso!
Aqui fica, por isso o Bosch, que era uma pergunta para 75 mil euros (que a concorrente poderia ter ganho. Foi azar).
Entretanto, como a ignorância, sobre temas de que gosto, me perturba, andei a pesquisar algumas coisas no Google, que achei curiosas. Primeiro, há várias obras do artista sobre o tema, uma delas em Bruges, que foi recentemente confirmada como sendo da autoria do pintor holandês. Segundo, as citações musicais no inferno de Bosch têm partituras e relacionam-se com torturas musicais (esta, deixou-me cheia de curiosidade, e um dia, quando puder, irei ler o artigo sobre o assunto de Grasiela Prado Duarte). Terceiro, existem também estudos de psicanálise (como a de Julio Wilson Fernandes), o que me lembrou que há cerca de 25 anos, na Faculdade, andavam umas alunas (de Sociologia?) a fazer um estudo entre os estudantes, tendo como base pinturas de Bosch e Bruegel, e nunca soube o resultado desse estudo.

terça-feira, 18 de maio de 2021

Para o Dia dos Museus

Norman Rockwell, Picasso vs Sargent (1966)
in «12 Pinturas de Galerias de Arte», Arteeblog, 29 de Abril de 2015.
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No meu regresso aos museus, estou a pensar começar pelo MNAC, onde irá inaugurar a exposição Olhares modernos. O retrato na pintura, escultura desenho (1910-19150), com curadoria de Maria de Aires Silveira.

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Afinidades LIX

John Singer Sargent, Madame Errazuriz (1880-1882)
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Columbano Bordalo Pinheiro, Retrato de Elvira Bordalo Pinheiro (c. 1884, Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado)

sexta-feira, 14 de maio de 2021

O blogue casou os anos!

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Graças à MR e ao APS lembrei-me que o meu blogue fez 13 anos ontem (link). Esta é a primeira imagem que pus no blogue. Obrigada aos dois!

Pintando ao ar livre XV

Pierre-Auguste Renoir, Monet painting in his garden in Argenteuil (1873, Wadsworth Atheneum, Hartford)

quinta-feira, 13 de maio de 2021

De Veneza a Fátima, passando pela Parede

Francesco Guardi, A Festa da Ascensão na Praça de São Marcos (c. 1775, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa)
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Hoje comemora-se o dia da Ascensão que, segundo li na internet, foi feriado nacional até 1952. De acordo com o mesmo artigo («Dia da Espiga - a sua origem, história e significados»), era costume ir apanhar flores ao campo (como na fotografia em baixo) para formar o Ramo da Espiga. 
Como o dia se manteve como feriado municipal em algumas localidades, as pessoas dessas localidades passaram a vender nas cidades os ramos que elas colhiam. Em 1917, ano da fotografia de Adelino Furtado, julgo que o Dia da Espiga terá calhado no dia 17 de Maio, mas não tenho a certeza.
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Adelino Furtado, Parede, Dia de Espiga, Chuva a Cântaros (1917, Arquivo de Documentação Fotográfica / DGPC)
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No mesmo ano dessa fotografia da Parede, em Fátima, dava-se a Aparição de Nossa Senhora, que levaria às peregrinações que ainda hoje ocorrem anualmente, como a da fotografia em baixo, datada de 1927, do fotógrafo Mário Novais. 
Já nos anos 70, lembro-me que costumava ver, na televisão, as reportagens da noite de 12 para 13 de Maio, e acho que, em grande parte das vezes, estava a chover.

Mário Novais, Peregrinação a Fátima (1927, Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa)

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Das flores de laranjeira aos nenúfares

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Madrigal

«Du Palais d’émeraude où la riche Nature
M’a fait naistre, & régner avecque majesté,
Je viens pour adorer la divine Beauté
Dont le Soleil n’est rien qu’une faible peinture (...)»
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Ontem, andando a pesquisar quando florescem as laranjeiras, porque sinceramente nunca tinha prestado grande atenção, concluí (talvez erradamente) que florescem no final do Inverno ou início da Primavera - por volta do mês de Março. Descobri também que há vários tipos de laranjeiras, sendo que as amargas existem há mais tempo na Europa e as doces vieram da Ásia e Norte de África - assumo que não desenvolvi a investigação, por falta de tempo. 
Contudo, chamou-me a atenção o facto de, segundo li, as laranjeiras se darem mal com o frio e, nos países onde os invernos são rigorosos, serem colocadas em vasos, dentro de estufas, estufas essas que (em francês) têm o nome de "orangeries". Lembrei-me logo do Museu de Orangerie de Paris que (e isso descobri agora) era uma antiga estufa. Diz na Wikipédia:

«Construit en 1852, sur les plans de l’architecte Firmin Bourgeois, pour y abriter les orangers du jardin des Tuileries, le bâtiment actuel est achevé par son successeur, Louis Visconti. Le bâtiment sert alors à accueillir les orangers du jardin des Tuileries pendant l'hiver; ils étaient jusqu'alors abrités dans la galerie basse du palais du Louvre en cette saison.»

Nunca lá fui, porque estava fechado quando estive em Paris. Talvez um dia lá entre e veja finalmente Les Nympéas de Claude Monet, que aqui ficam em visita virtual.
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terça-feira, 11 de maio de 2021

Jardins

Para a MR :-)
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Claude Monet, Le Déjeuner (1873, Musée d'Orsay, Paris)
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Giuseppe De Nittis, Colazione in giardino (c. 1883, Musei Civico, Barletta) 

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Afinidades LVIII

  
James Sant, The Duet (Tate Britain, Londres)
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Columbano Bordalo Pinheiro, Retrato de Ida Bordalo Pinheiro e Virgínia Lopes de Mendonça (1910, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado)

sexta-feira, 7 de maio de 2021

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Uma alegoria

Félix Bonfils, Jerusalém. Oliveira nos jardins de Getsemani. (c. 1855-1880, Arquivo de Documentação Fotográfica / DGPC)
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«Certa vez as árvores reuniram-se para escolher um rei. Disseram para a oliveira: “Reina sobre nós.” A oliveira respondeu: “Para reinar sobre vós teria de deixar de produzir azeite, o qual é usado para honrar deuses e homens.”
Então as árvores disseram à figueira: “Sê tu o nosso rei!” Mas a figueira replicou: “Para reinar sobre vós não poderia produzir mais o meu doce fruto.”
Em seguida as árvores disseram à videira: “Tu é que vais ser o nosso rei.” Mas a videira respondeu: “Para reinar sobre vós não mais poderia dar o meu vinho, que faz os deuses e os homens felizes.”
Então as árvores disseram ao espinheiro: “Tu vais ser o nosso rei.” O espinheiro respondeu: “Se querem mesmo que eu seja vosso rei, venham todos para debaixo da minha sombra. Se não quiserem, sairá fogo dos meus ramos espinhosos e consumirá até os cedros do Líbano.”»
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Juízes, 9, 8-19, in Bíblia.pt.

terça-feira, 4 de maio de 2021

"May the 4th be with you"

 
Detalhe de um poster intitulado 50 Wise Quotes from the Star Wars Universe
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No instagram de hoje da Greenpeace

segunda-feira, 3 de maio de 2021

A propósito do Dia do Sol - com Giuseppe Pellizza da Volpedo

Giuseppe Pellizza da Volpedo, Il Sole (1904, Galleria Nazionale di Arte Moderna, Roma)
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Nascido em Volpedo, em 1869 (falecendo no mesmo lugar em 1907), Giuseppe Pellizza da Volpedo foi um pintor italiano ligado ao divisionismo, apesar de (e embora nunca tenha estudado a obra dele) algumas das suas obras estejam entre o realismo, o naturalismo e o simbolismo - pelo que é um representante característico de uma geração de artistas que experimentaram a fase de grande transformação da pintura, que ocorreu entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX. Uma das suas obras mais conhecidas é Il Quarto Stato, que, desde que a vi pela primeira vez, há uns anos, se tornou para mim sinónimo do Dia do Trabalhador, que se comemorou no Sábado passado (e estava convencidíssima que já a tinha colocado no blogue).
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Giuseppe Pellizza da Volpedo, Il Quarto Stato (1901, Museu del Novecento, Milão)
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Também dele é a seguinte pintura, que seria ilustrativa para o dia da Mãe:
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Giuseppe Pellizza da Volpedo, Mammine (1892)

domingo, 2 de maio de 2021

Feliz Dia da Mãe!

Miguel Ângelo Lupi, Mulher com uma criança ao colo (c. 1870-1880, Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado)

sábado, 1 de maio de 2021

Para o Dia do Trabalhador

E porque há muitos tipos de trabalho:
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Emma Eleonore Meyer, Women decorating porcelain (in Buscando El Cuadro Mas Bello Del Mundo)
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Alphonse Mucha, Girl with a Plate with a Folk Motif (1920, in Gandalf Gallery)
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Mas também:
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Laura Knight, Assistant Section Leader E. Henderson, MM, and Sergeant H. Turner, MM, Women's Auxiliary Air Service (in The Royal United Services Institute for Defence and Security Studies)